???? Em 3 meses do governo Lula, invasões de terra superam todo o 1º ano de Bolsonaro

Durante os três primeiros meses do governo Lula, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) já registrou 16 invasões de terra no país, sendo sete do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e nove da Frente Nacional de Lutas (FNL). O número supera todo o primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro — em …

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Durante os três primeiros meses do governo Lula, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) já registrou 16 invasões de terra no país, sendo sete do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e nove da Frente Nacional de Lutas (FNL). O número supera todo o primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro — em 2019, foram 11 invasões.

Dados do Incra, até o primeiro semestre de 2022, mostram que foram registradas 170 invasões no governo Bolsonaro, contra quase 2,5 mil nos oito anos de Fernando Henrique Cardoso (entre 1995 e 2002); 2 mil nos governo de Lula (2003 a 2010); quase mil no governo de Dilma Rousseff (2011 a 2016); e 54 no governo de pouco mais de um ano de Michel Temer (2016 a 2018).

A última invasão registrada foi em Pernambuco, em uma fazenda de cana-de-açúcar com 800 hectares, no município de Timbaúba, na Zona da Mata, que deu início ao chamado “Abril Vermelho”, quando o MST intensifica as invasões. Em 2022, ainda no governo de Bolsonaro, o “Abril Vermelho” se resumiu a marchas e manifestações, com apenas quatro invasões de propriedades rurais.

No caso de Pernambuco, o MST alega que os 800 hectares do Engenho Cumbe eram de terras estaduais, que foram griladas e agora estão improdutivas. O Incra informou que não é possível confirmar se são terras produtivas, porque o processo de vistoria em propriedades rurais está suspenso.

Antes disso, no início de março, o MST já tinha invadido três fazendas da Suzano, no sul da Bahia, nos municípios Caravelas, Teixeira de Freitas e Mucuri. Os invasores deixaram as áreas e o Ministério de Desenvolvimento Agrário se encarregou de intermediar a negociação entre MST e indústria.

Fonte: Revista Oeste

Estamos com foco no fato.

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