MEA CULPA DO CRIME

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Gabriel
CEO do Foco no Fato. Engenheiro Civil, pós graduado em Pavimentação de Estradas e Rodovias e realizando um MBA em Gestão Empresarial pela FGV.

Em entrevista, a Folha de São Paulo, o líder do Movimento dos Sem Terra (MST) “culpa” Bolsonaro por fim das ocupações de propriedades rurais.

Questionado sobre a política de assentamento em comparativo aos governos Lula, Dilma e Bolsonaro. João Stédile, economista e escritor, líder do MST respondeu: “Desde o segundo mandato da Dilma, praticamente não houve mais assentamentos. Agora, com este governo maluco, parou totalmente. Quando você não resolve um problema social, não significa que ele desapareceu.

O capitão insano que está aí vive dizendo: “Viu como não tem mais ocupação?”. Mas não significa que não há mais sem-terra. Ainda existem no Brasil 4 milhões de famílias no campo que gostariam de ter terra.

E que não são loucas de fazer ocupação, de virar bucha de canhão para a polícia, para esses insanos que estão aí.

A luta para a massa camponesa está difícil. Assim como para o operário da cidade está difícil fazer greve.”

O que Stedile não revela é que as invasões promovidas pelo MST,  tinham sempre como principal alvo terras produtivas e com proprietários definidos, as devolutas nunca foram o principal foco do movimento, a sua forma de atuação era totalmente reprovável e promovia na realidade grandes arruaças e praticas criminosas. O atual governo apenas colocou ordem na desordem.

Estamos com foco no fato e no MST.

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