VOTO IMPRESSO

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Gabriel
CEO do Foco no Fato. Engenheiro Civil, pós graduado em Pavimentação de Estradas e Rodovias e realizando um MBA em Gestão Empresarial pela FGV.

Urna Eletrônica com voto impresso é uma necessidade. É preciso garantir a transparência e lisura das eleições

O Brasil já perdeu há muito tempo o direito ao ufanismo pela criação da urna eletrônica, em 1996.

Além de usar equipamentos anacrônicos, de 1ª geração, o Brasil é o único País do mundo a não adotar o voto impresso, entre os que têm sistema eletrônico de votação.

Hoje, três dezenas de países adotaram diversas versões de urna eletrônica, todas com voto impresso.

Enquanto isso, a urna brasileira perde espaço.

O Equador, que a utilizou em 2004, optou pelas urnas de segunda e terceira gerações.

Já há 13 anos, 39 estados dos EUA, 3 do México e várias províncias do Canadá passaram a exigir voto impresso em urnas eletrônicas.

Até o Paraguai desconfia na urna eletrônica brasileira: após testá-la entre 2003 e 2006, proibiu sua utilização desde 2008.

Em 2009, a Alemanha proibiu urna eletrônica sem voto impresso para garantir ao eleitor o direito de conferir o destino do seu voto.

Em 2011, a Argentina iniciou a implantação de equipamentos eletrônicos de 3ª geração, com registros simultâneos de voto impresso e digital.

O Brasil insistindo apenas em urnas eletrônicas caminha na direção contrária do mundo.

Urna Eletrônica com voto impresso é uma necessidade. É preciso garantir a transparência e lisura das eleições

O Brasil já perdeu há muito tempo o direito ao ufanismo pela criação da urna eletrônica, em 1996.

Além de usar equipamentos anacrônicos, de 1ª geração, o Brasil é o único País do mundo a não adotar o voto impresso, entre os que têm sistema eletrônico de votação.

Hoje, três dezenas de países adotaram diversas versões de urna eletrônica, todas com voto impresso.

Enquanto isso, a urna brasileira perde espaço.

O Equador, que a utilizou em 2004, optou pelas urnas de segunda e terceira gerações.

Já há 13 anos, 39 estados dos EUA, 3 do México e várias províncias do Canadá passaram a exigir voto impresso em urnas eletrônicas.

Até o Paraguai desconfia na urna eletrônica brasileira: após testá-la entre 2003 e 2006, proibiu sua utilização desde 2008.

Em 2009, a Alemanha proibiu urna eletrônica sem voto impresso para garantir ao eleitor o direito de conferir o destino do seu voto.

Em 2011, a Argentina iniciou a implantação de equipamentos eletrônicos de 3ª geração, com registros simultâneos de voto impresso e digital.

O Brasil insistindo apenas em urnas eletrônicas caminha na direção contrária do mundo.

Estamos com foco no fato e nas urnas.

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