DEFESA: O Secretário de Saúde divulgou sua defesa onde aborda ponto por ponto as acusações que lhe foram imputadas

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Gabriel
CEO do Foco no Fato. Engenheiro Civil, pós graduado em Pavimentação de Estradas e Rodovias e realizando um MBA em Gestão Empresarial pela FGV.

O secretário estadual de Saúde, Marcellus Campêlo, divulgou por meio de sua assessoria um trabalho escrito de cinco laudas em que defende, ponto por ponto, as acusações feitas pela Operação Sangria, da Polícia Federal.

Marcellus responde sobre o período em que assumiu a pasta. Ele cita, por exemplo, a contratação do Hospital Nilton Lins, que teria acontecido em 2021. O documento diz que o hospital não foi contratado, mas sim alvo de requisição administrativa, um preceito constitucional. E, com o hospital vieram os demais serviços de manutenção. E nenhum pagamento foi feito em 2021, ao hospital.

A defesa de Campêlo demonstra também que o HNL continua em funcionamento, já tendo atendido mais de mil pacientes de Covid-19. Ele funcionou durante três meses de abril a julho de 2020, foi desativado e reaberto em janeiro de 2021 e recebeu até o dia 30 de maio, 625 pacientes.

Marcellus Campelo, segundo seus advogados, mostra-se confiante no esclarecimento dos fatos e está a disposição da justiça para colaborar nesta elucidação.

Estamos com foco no fato e no Campelo.

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