ROTA DE COLISÃO: Como já era previsto, durou pouco a harmonia entre Arthur Lira e Marcelo Ramos.

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Gabriel
CEO do Foco no Fato. Engenheiro Civil, pós graduado em Pavimentação de Estradas e Rodovias e realizando um MBA em Gestão Empresarial pela FGV.

A aprovação, na semana passada na Câmara Federal, da Medida Provisória 1034 que aumentou a tributação sobre bancos para permitir o subsídio ao diesel e ao gás de cozinha, conturbou o relacionamento entre o presidente da Casa, deputado Arthur Lira (PP-AL), e o seu vice Marcelo Ramos (PL-AM), tudo devido a um “jabuti” colocado numa MP que tramitava na Câmara.

Sem o apoio de Lira, Marcelo teve que engolir a aprovação da MP na Câmara. No entanto, conseguiu costurar acordo que permitiu que sua emenda fosse apreciada no Senado onde a matéria agora é avaliada.

Conforme ele, o “jabuti” embutido na MP pelo deputado relator Moses Rodrigues (MDB-CE) violava decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que assegura tratamento de exportação aos produtos internalizados na região e que iria prejudicar a aquisição de combustíveis nacionais na ZFM.

O cenário ainda não cheira a radicalização, mas o site O Antagonista garante não ser mais amistoso o convívio entre Marcelo Ramos e Arthur Lira. “Não chamem Lira e Marcelo Ramos para a mesma reunião”, divulgou o site Antagonista.

A relação tinha tudo para ser conturbada, Marcelo Ramos sempre se colocou como opositor ao governo Bolsonaro, eleitor declarado de Haddad e vindo do PC do B, enquanto Arthur Lira é defensor e muito alinhado com o Presidente. A relação acabou ainda durante a lua de mel.

Estamos com foco no fato.

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