MARCELLUS NA CPI: O ex-secretario de saúde do Estado do Amazonas, Marcellus Campelo, depõe amanhã na CPI DA PANDEMIA

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Gabriel
CEO do Foco no Fato. Engenheiro Civil, pós graduado em Pavimentação de Estradas e Rodovias e realizando um MBA em Gestão Empresarial pela FGV.

A CPI DA PANDEMIA ouve amanhã um personagem que pode elucidar muitos fatos relativos a crise de oxigênio enfrentada pelo estado do Amazonas em janeiro deste ano, ex-secretário de Saúde do Amazonas Marcellus Campêlo se transformou numa espécie testemunha chave para os governistas na CPI da Covid e também para os oposicionistas, principalmente porque temos na CPI uma grande parte que torce contra o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e outros que querem apenas que a verdade dos fatos seja elucidada.

A convocação de Marcellus Campelo deu-se através de requerimento apresentado pelo senador Marcos Rogério (DEM-RO), que se transformou no líder do Presidente Bolsonaro na CPI da Pandemia, ele tem se posicionado sempre em busca da verdade dos fatos.

O depoimento do ex-secretário na CPI da Covid está marcado para amanhã, às 8h. Marcellus que já não faz parte do governo Wilson Lima (PSC), esteve envolvido na ultima operação realizada pela Policia Federal que ocorreu no ultimo dia 02.06.2021, teve sua prisão temporária solicitada, fato que surpreendeu a todos, sobretudo porque o secretario não estava na pasta da saúde durante os momentos críticos enfrentados pelo governo, principalmente no caso da compra dos respiradores.

Um dos fundamentos da prisão dele foram supostos pagamentos da SES ao hospital Nilton Lins, que segundo Marcellus, não existiram.

O ex-secretário poderá confirmar a atuação do Ministério da Saúde, comandado por Pazuello e também do governo do Presidente Bolsonaro como um todo, que acionou inclusive as forças armadas, no combate a falta de oxigênio em janeiro e a crise vivida pelo setor de saúde no Estado. Marcellus deve dizer exatamente o que ocorreu, quando o governo federal teve reconhecidamente atuação fundamental para evitar uma tragédia ainda maior do que a aquela que aconteceu no Amazona no mês de janeiro, o próprio secretário, assim como, o governador Wilson Lima, já reiteradas vezes afirmaram que o Ministério da Saúde prestou toda a assistência possível durante  a segunda onda da covid-19.

Marcellus também tem toda a cronologia dos fatos que podem definitivamente demonstrar que a crise vivida no estado foi algo absolutamente imprevisível em relação a escala de necessidade de oxigênio no estado, estes fatos ainda levantam muitas duvidas.

Estamos com foco no fato e no depoente.

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