DESAGRAVO: ACA emite nota de desagravo rebatendo as acusações do Senador Omar Aziz

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Julio Gadelha
Secretário da Redação e Analista Profissional de Marketing formado pelo Uninorte-AM

O Senador Omar Aziz, Presidente da CPI DA PANDEMIA, acusou de “assassinos” todos aqueles que defenderam o trabalho e o direito constitucional de ir e vir. As palavras ofensivas desagradou a todo segmento comercial que emitiu uma nota de desagravo onde faz severas críticas à sua atuação na CPI e pede que os verdadeiros responsáveis pelas 500 mil vítimas da COVID-19 sejam realmente identificadas.

Leiam abaixo nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Associação Comercial do Amazonas, atuante na defesa mercantil na Amazônia há 150 anos, torna pública sua manifestação a respeito do momento delicado que atravessamos com a perda de mais de meio milhão de vidas e muitas dissensões sociais .

  1. Em nosso memorial, consta a participação efetiva desta entidade no combate a duas grandes tragédias de grandes dimensões, a gripe espanhola e a varíola, proporcionais ao tamanho do país e às condições estruturais de enfrentamento sanitário.
  2. 2. Neste momento, é temerário desencadear as sentenças acusatórias, dado que temos uma Comissão Parlamentar de Inquérito encarregada desta apuração de responsabilidades para que sejam tomadas as providências de penalização.
  3. 3. É açodado, pois, antecipar a responsabilização de um ou outro ator público ou privado considerando, a propósito, que as condições dos equipamentos públicos, a qualificação e a contrapartida remuneratória dos profissionais de saúde envolvidos precisa ser – com ou sem pandemia – prioridade da ação pública. E não é exatamente isto que ocorreu nas últimas décadas. Ou seja, essa história do despreparo e da incúria é bem mais antiga.
  4. 4. Investigar este histórico, também, e por outro lado, nos remete a cenários dos mais deploráveis, a começar pelos levantamentos da justiça e da própria polícia através dos inúmeros casos de investigação criminal e de inquéritos abertos e concluídos pela condenação de entes públicos, incluindo um chefe do poder executivo estadual.
  5. 5. Devagar com o andor. Há que se apurar mais acuradamente os malfeitos envolvidos na gestão desta pandemia e das irregularidades crônicas que dilapidaram os recursos destinados à saúde. E não só à saúde. O desvio de recursos para educação, segurança e outros setores da ação pública enfraquecem a autoridade e lhe compromete a credibilidade institucional.
    Isto posto, e esclarecendo que não compete à atividade comercial fazer Ciência, ou professar política partidária, e sim viabilizar as respectivas condições, queremos afirmar nosso compromisso com o interesse público, propiciando receitas e oportunidades como o fizemos até aqui, com 150 anos de militância em favor do bem-comum. E é em seu nome, em nome da equidade, transparência e colaboracionismo que convidamos a todos a se integrarem nessa jornada de superação da crise sanitária, respeito à verdade dos fatos e às instituições para que seja resguardada a unidade nacional e a harmonia entre cidadãos e cidadãs.

Estamos com foco no fato e na ACA.

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