O governo Trump está avaliando discretamente o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, como um parceiro em potencial e até mesmo um futuro líder, informou o site Politico nesta segunda-feira, citando duas autoridades do governo. Ghalibaf é visto, ao menos por alguns membros da Casa Branca, como um parceiro viável que poderia liderar …
Trump vê chefe do Parlamento iraniano como possível líder e parceiro em negociações

O governo Trump está avaliando discretamente o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, como um parceiro em potencial e até mesmo um futuro líder, informou o site Politico nesta segunda-feira, citando duas autoridades do governo.
Ghalibaf é visto, ao menos por alguns membros da Casa Branca, como um parceiro viável que poderia liderar o Irã e negociar com o governo Trump na próxima fase da guerra, segundo a reportagem.
O presidente do parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, que, segundo uma reportagem do site Politico, estaria sendo cogitado pelos Estados Unidos como novo líder do país persa, negou nesta segunda-feira (23) que estejam ocorrendo negociações com Washington para reabrir o Estreito de Ormuz e dar fim à atual guerra no Oriente Médio.
“Não houve negociações com os EUA, e fake news são usadas para manipular os mercados financeiros e de petróleo e escapar do atoleiro em que os EUA e Israel estão presos”, escreveu Ghalibaf no seu perfil no X.
Ontem, o site Politico informou que o governo Donald Trump estaria avaliando o presidente do parlamento iraniano como um potencial parceiro e até mesmo futuro líder do país.
“Ele é uma opção interessante”, disse um dos funcionários do governo que foram fontes da reportagem, sem que seus nomes fossem publicados. “Ele é um dos mais importantes… Mas precisamos testá-lo e não podemos nos precipitar.”
Ontem, Trump disse na rede Truth Social que Washington e Teerã tiveram “conversas muito boas e produtivas” no fim de semana e que, por isso, ele suspendeu por cinco dias seus planos de atacar a infraestrutura energética do Irã caso o regime dos aiatolás não reabra completamente o Estreito de Ormuz.
Por esta passagem, fechada quase totalmente pelo Irã após o início do conflito com EUA e Israel, transitam cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo.
Fonte: InfoMoney











