A deputada estadual Débora Menezes (PL) foi a única dos 24 parlamentares da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) a se pronunciar sobre a cassação do agora ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) nesta quinta-feira (18). Em seu pronunciamento, a parlamentar repudiou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que acatou ação movida por PT, PMN, PCdoB …
????Débora Menezes foi a única de 24 deputados da Aleam a criticar cassação de Dallagnol

A deputada estadual Débora Menezes (PL) foi a única dos 24 parlamentares da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) a se pronunciar sobre a cassação do agora ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) nesta quinta-feira (18).
Em seu pronunciamento, a parlamentar repudiou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que acatou ação movida por PT, PMN, PCdoB e Partido Verde, sob a alegação de que o ex-procurador da República estaria inelegível por pendências disciplinares junto ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
“Um verdadeiro ataque à democracia brasileira. A gente viu um deputado federal que passou toda a sua trajetória de vida combatendo a corrupção, que colocou um dos principais bandidos e corruptos do nosso país na cadeia, ser simplesmente cassado pelo TSE”, criticou Débora.
Durante a fala, a parlamentar salientou que os mais de 344 mil eleitores de Deltan – o deputado federal mais votado do Paraná, nas eleições de 2022 – tiveram suas vozes caladas.
“O Deltan não infringiu nenhuma lei. O que ele fez e o seu grande erro foi desafiar o sistema e prender políticos corruptos. A gente vive em um país onde um condenado em diversas instâncias foi descondenado através de manobras políticas, se torna presidente da República e vive viajando o mundo como se fosse resolver os problemas de nosso país”, continuou.
Com a cassação de Deltan, a deputada questionou quem terá coragem para investigar os casos de corrupção no país, por conta das perseguições sofridas por quem tenta ir contra o sistema.
“Cada um de nós precisa se posicionar nas nossas esferas de influência, porque todos nós estamos à mercê de sermos perseguidos. Porque no país, infelizmente, a justiça, ela não funciona, o que funciona aqui é a vingança, é a perseguição”, concluiu.











