PL deve fazer o que Ramagem ‘quiser’ para manter mandato, mas coloca anistia em primeiro plano

Motta determinou que parlamentares não podem votar do exterior

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O PL (Partido Liberal) não deve abandonar o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que está nos EUA desde setembro deste ano, foragido de sua condenação a mais de 16 anos de prisão por participação no processo da trama golpista.

Na terça-feira, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinou que parlamentares que estão nos EUA, sem cumprir missão oficial, não poderão registrar presença e nem votar na Casa, o que prejudica Ramagem.

Apesar disso, com o trânsito em julgado do caso envolvendo a prisão para cumprimento de pena do ex-presidente Jair Bolsonaro, o partido oposicionista vai priorizar a votação do projeto de lei que anistia os envolvidos no 8 de Janeiro.

O texto, se aprovado, também beneficiaria Ramagem. Mas a probabilidade de o projeto ser aprovado ainda este ano é pequena.

O PL, porém, mantém a tese de que a prisão de Bolsonaro na Superintendência da PF vai pressionar o presidente da Câmara a pautar a anistia.

Com informações de Portal R7

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