A pré-candidata vem fazendo críticas a Cidade antes mesmo dele assumir o estado
“De novo não tem nada”, Maria do Carmo sobe o tom sobre Roberto Cidade

A pré-candidata ao Governo do Amazonas, professora e empresária Maria do Carmo (PL), fez críticas em tom irônico ao novo governador, Roberto Cidade (UB), através das redes sociais, após acompanhar a cerimônia de posse do cargo na última segunda (04) na Assembleia Legislativa. Segundo Maria, Cidade não tem “nada de novo na política”.
“Para mim, parecia aquelas cenas de filme velho sabe, requentado? que a gente já assistiu várias vezes. Mas assim, acho que a gente precisa falar sabe por quê? Penso que de modo geral, essa velha política que eu falo que não é da idade, mas da velhacaria, como se diz, que inclusive é praticada por jovens, como o ‘novo’ governador, se vendendo como coisa nova”, disparou Maria do Carmo.
“Ah, me poupe. Para. Primeiro ele caiu naquela cadeira já por uma manobra, criada por aquele governador que se acha super esperto, que fez sabe se lá Deus o quê, porque era pra cair no colo do vice, mas o vice era ligado ao prefeito. Enfim, aquelas coisas que a gente enxerga muito bem”, questionou com relação ao ex-governador Wilson Lima (UB) e Tadeu de Souza, que renunciaram aos cargos nos últimos minutos do fim do prazo da janela partidária.
Para Maria do Carmo, a presença de Roberto Cidade no governo, “não tem nada de novo” por passar oito anos na presidência da Assembleia Legislativa do estado, sem atuação firme, agindo como todos os outros caciques políticos que já passaram pelo Amazonas.
“É a velha política que eu tenho falado tanto. E é por isso que a gente tem falado que mudar é urgente. Porque mudar com esses mesmo aí, vai deixar a gente onde nós estamos, no vigésimo sétimo lugar. Tem nada para comemorar”, disse em tom firme, se referindo à pesquisa que colocou o Amazonas em 27º lugar de competitividade e qualidade de vida em áreas essenciais.
E concluiu que, o discurso é novo, mas com “prática antiga” em subestimar o conhecimento da população amazonense, tentando convencer com as mesmas promessas e discursos prontos de mudança para o estado, sem reais soluções para os desafios.











