Braga diz que Rueda confirmou negociação entre PL e União, mas Valdemar negou troca de candidato ao governo do Amazonas

Declaração do senador Eduardo Braga expõe bastidores de uma possível aliança entre as duas siglas, mas mantém indefinição sobre o futuro da disputa pelo Governo do Amazonas

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As articulações para as eleições de 2026 ganharam um novo capítulo após declarações do senador Eduardo Braga (MDB) sobre uma possível aproximação entre o PL e a União Progressista (UP) no Amazonas.

Segundo Braga, durante entrevista ao programa Antena 1, o presidente nacional da União Progressista, Antonio Rueda, teria confirmado que existem conversas em andamento para uma composição política entre as duas legendas. Ao mesmo tempo, o senador afirmou que procurado também o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, negou qualquer mudança na candidatura de Maria do Carmo Seffair ao Governo do Amazonas.

De acordo com o relato de Braga, apesar da negativa de Valdemar sobre uma eventual substituição da candidatura do PL, a confirmação de Rueda de que há diálogo entre as legendas demonstra que as negociações continuam nos bastidores.

Foi nesse contexto que o senador utilizou a expressão: “Onde há fumaça, há fogo”, sugerindo que as conversas políticas possuem fundamento, ainda que nenhum acordo tenha sido oficializado.

Entre as hipóteses discutidas nos bastidores estaria uma composição envolvendo a candidatura de Roberto Cidade e Maria do Carmo, cenário que já alimenta especulações no meio político. Entretanto, tanto Maria do Carmo quanto aliados da pré-candidata têm negado a existência de qualquer entendimento nesse sentido.

Eduardo Braga acrescentou ainda que uma eventual decisão dependeria da posição do presidente do PL no Amazonas, Alfredo Nascimento, responsável pela condução da estratégia eleitoral da legenda no estado.

Enquanto não há confirmação oficial de uma aliança, as declarações do senador reforçam que o diálogo entre as cúpulas nacionais das duas siglas permanece no centro das articulações para a eleição de 2026 no Amazonas, mantendo aberto um cenário de intensas negociações políticas.

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