A ausência do vereador e presidente estadual do Progressistas, Rodrigo de Sá, na convenção da Federação União Progressista, realizada nesta semana, tornou-se um dos assuntos mais comentados dos bastidores da política amazonense. O episódio chamou atenção porque Rodrigo vinha sendo apontado, até poucos meses atrás, como um dos principais nomes do grupo político liderado por …
Rodrigo de Sá falta à convenção da União Progressista e ausência causa estranheza

A ausência do vereador e presidente estadual do Progressistas, Rodrigo de Sá, na convenção da Federação União Progressista, realizada nesta semana, tornou-se um dos assuntos mais comentados dos bastidores da política amazonense. O episódio chamou atenção porque Rodrigo vinha sendo apontado, até poucos meses atrás, como um dos principais nomes do grupo político liderado por Roberto Cidade e Wilson Lima, inclusive cotado para disputar uma vaga ao Senado.
Com a mudança do cenário político e a definição de Wilson Lima como candidato ao Senado, Rodrigo de Sá acabou ficando sem espaço na chapa majoritária. A expectativa era de que sua participação na convenção simbolizasse unidade dentro da federação. No entanto, sua ausência abriu espaço para interpretações sobre um possível desgaste interno entre o Progressistas e o núcleo de comando da União Progressista.
Segundo informações divulgadas posteriormente, Rodrigo de Sá teria faltado ao evento por problemas de saúde, e seu nome permanece registrado oficialmente na nominata como candidato a deputado estadual. Ainda assim, a falta de uma manifestação pública do vereador alimentou as especulações sobre o momento político vivido por uma das principais lideranças do PP no Amazonas.
Nos bastidores, o episódio reforça a percepção de que a reorganização das chapas da Federação União Progressista deixou insatisfações internas que ainda precisam ser administradas. Embora não exista confirmação oficial de rompimento, a ausência de Rodrigo de Sá em um dos atos mais importantes da campanha acabou se transformando em um fato político que continua repercutindo no cenário eleitoral amazonense.











