Senador segue a lógica de privilegiar alguém de seu núcleo mais próximo e mantém a própria esposa na posição estratégica de primeira suplente
Tudo em família: Braga escolhe a própria esposa para suplente e coloca confiança acima da composição política

A confiança parece ter se transformado em um dos principais critérios para a montagem das chapas ao Senado no Amazonas em 2026. Eduardo Braga segue essa lógica ao manter sua esposa, Sandra Braga, como primeira suplente em sua candidatura à reeleição.
A decisão demonstra que, para Braga, uma posição tão estratégica não deve ser ocupada apenas a partir de acomodações partidárias ou composições eleitorais. Ao escolher Sandra, o senador privilegia alguém de sua absoluta confiança e com quem compartilha não apenas uma relação familiar, mas também uma longa trajetória política.
Sandra Braga conhece de perto a caminhada política do marido e já participou diretamente da vida pública amazonense. Sua permanência como primeira suplente reforça uma característica importante na construção da chapa: Braga prefere entregar uma eventual substituição no Senado a alguém de seu círculo mais próximo.
E não se trata de uma posição meramente simbólica. O primeiro suplente pode assumir o mandato em situações de afastamento, licença ou vacância do titular. Por isso, a escolha envolve uma relação de confiança política especialmente elevada.
Nesse aspecto, Eduardo Braga adota um critério semelhante ao observado em outras chapas que estão sendo montadas no Amazonas: antes de ampliar alianças através da suplência, garantir segurança política dentro da própria composição.
No caso de Braga, essa segurança tem nome e sobrenome: Sandra Braga.
A manutenção da esposa na primeira suplência também reduz qualquer possibilidade de surpresa futura. Caso seja necessário se afastar do Senado em algum momento, Braga sabe exatamente quem ocupará sua cadeira.
Em uma eleição marcada por alianças, rearranjos e movimentos que muitas vezes aproximam antigos adversários, Eduardo Braga resolveu não correr riscos justamente em uma das posições mais estratégicas de sua chapa.
Na hora de escolher quem poderá eventualmente ocupar sua cadeira no Senado, Braga colocou a confiança acima da conveniência política e manteve Sandra Braga ao seu lado.









