União Progressista reúne “seleção de peso” e pode eleger até seis deputados estaduais

Marcellus Campêlo, George Lins, Carlinhos Bessa, Adjuto Afonso, Aldenor Lima, Mário César Filho e Brena Dianná colocam a federação na disputa pela maior bancada da Aleam

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A Federação União Progressista chega às eleições de 2026 com uma das nominatas mais fortes e competitivas para a Assembleia Legislativa do Amazonas. A combinação de parlamentares com mandatos consolidados, lideranças com presença no interior e nomes associados às principais entregas do Governo do Estado coloca o grupo em condições reais de conquistar cinco cadeiras com possibilidade concreta de alcançar a sexta vaga.

Entre os principais nomes estão Marcellus Campêlo, George Lins, Carlinhos Bessa, Adjuto Afonso, Aldenor Lima, Mário César Filho e Brena Dianná. São candidaturas com perfis e bases eleitorais diferentes, capazes de buscar votos tanto em Manaus quanto nos municípios do interior.

Marcellus Campêlo aparece como uma das principais apostas da federação. Após ocupar funções estratégicas no Governo do Amazonas, ele chega à eleição carregando no currículo entregas nas áreas de habitação, saneamento, urbanização e infraestrutura.

Programas e obras como Amazonas Meu Lar, Prosamin+, Prosai Parintins, Ilumina+ Amazonas e Asfalta Amazonas ampliaram sua presença política na capital e no interior. A estratégia é transformar experiência administrativa e resultados concretos em força eleitoral.

George Lins, Carlinhos Bessa, Adjuto Afonso, Mário César Filho e Brena Dianná entram na disputa com a estrutura e a visibilidade acumuladas durante seus mandatos parlamentares.

George Lins fortaleceu sua atuação principalmente nas pautas relacionadas à saúde e ao atendimento dos municípios. Carlinhos Bessa mantém uma base eleitoral consistente no interior, com destaque para a região do Médio Solimões.

Atual presidente da Assembleia Legislativa, Adjuto Afonso reúne experiência, capacidade de articulação e bom relacionamento com diferentes setores políticos e produtivos. Sua eleição para o comando da Aleam demonstrou a força que mantém dentro e fora do Parlamento.

Mário César Filho aposta na fiscalização, na defesa dos consumidores e na comunicação direta com a população. O parlamentar construiu forte presença nas redes sociais e ampliou seu reconhecimento durante o primeiro mandato.

Brena Dianná completa o grupo de parlamentares competitivos. Com base eleitoral construída no interior e atuação voltada às demandas municipais, ela fortalece a presença feminina da nominata e aumenta o potencial de votos da federação fora da capital.

Aldenor Lima surge como mais um nome com potencial para disputar as primeiras posições da chapa. Sua presença aumenta a capilaridade eleitoral da federação e torna ainda mais acirrada a competição interna pelas vagas.

Em uma eleição proporcional, não basta depender de um único puxador. Para ampliar a bancada, a federação precisa reunir vários candidatos com votações consistentes. Nesse aspecto, a União Progressista apresenta uma vantagem importante: possui diferentes nomes capazes de contribuir significativamente para a soma geral da nominata.
A projeção mais realista coloca a Federação União Progressista em condições de eleger cinco deputados estaduais. Entretanto, dependendo do desempenho coletivo, da votação de legenda e da distribuição dos votos entre seus candidatos, uma sexta cadeira poderá entrar definitivamente no alcance do grupo.

Marcellus Campêlo, George Lins, Carlinhos Bessa, Adjuto Afonso, Aldenor Lima, Mário César Filho e Brena Dianná aparecem como os nomes mais competitivos dessa corrida. Isso significa que pelo menos dois deles poderão ficar sem mandato mesmo alcançando uma votação expressiva.

A força da nominata transforma a disputa interna em uma eleição à parte. Enquanto outras legendas procuram candidatos suficientes para atingir o quociente eleitoral, a União Progressista enfrenta o desafio oposto: possui mais nomes competitivos do que vagas inicialmente projetadas.

Com o apoio da estrutura política liderada pelo governador Roberto Cidade e por Wilson Lima, a federação entra na campanha com musculatura para disputar a maior bancada da próxima legislatura.

A expectativa de cinco eleitos já demonstra a dimensão do grupo. A eventual conquista da sexta cadeira poderá confirmar a União Progressista como a principal força partidária da Assembleia Legislativa do Amazonas a partir de 2027.

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