???? Segundo avaliação da vice- PGR ação contra empresários é uma “Espetacularização midiática”

A vice-procuradora-geral da República (PGR), Lindôra Maria Araújo, pediu nesta quarta-feira, 31, que o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeite a quebra de sigilo de supostas mensagens trocadas entre Augusto Aras, procurador-geral da República, e um grupo de empresários. O grupo foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal (PF). “Os atores políticos ora requerentes, embasados em matéria …

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A vice-procuradora-geral da República (PGR), Lindôra Maria Araújo, pediu nesta quarta-feira, 31, que o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeite a quebra de sigilo de supostas mensagens trocadas entre Augusto Aras, procurador-geral da República, e um grupo de empresários. O grupo foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal (PF).

“Os atores políticos ora requerentes, embasados em matéria jornalística e sob o fundamento exclusivo de pretensos ‘diálogos antidemocráticos’, tentam valer-se de conjecturas e ilações para iniciarem e conduzirem frentes investigatórias com espetacularização midiática, sem mínimo substrato fático e jurídico”, escreveu Lindôra.

O pedido para quebra de sigilo partiu de quatro senadores: Randolfe Rodrigues (Rede-PA), Renan Calheiros (MDB-AL), Humberto Costa (PT-PE) e Fabiano Contarato (PT-ES). Em 23 de agosto deste ano, a suposta conversa entre Aras com os empresários foi divulgada pelo site Jota. Na segunda-feira 29, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestasse sobre o pedido dos parlamentares.

Conforme a vice-PGR, os senadores desejam explorar o caso na mídia, e não existe fundamento para o pedido. Para Lindôra, os parlamentares querem abrir uma investigação, “a ser desenvolvida por específicos atores políticos em ano eleitoral, com a correlata exploração midiática de sua atuação, e consequente intento de ‘fishing expedition’ em nova frente política em busca de protagonismo jurídico em substituição às autoridades competentes”.

Ela também explica que se trata de uma persecução penal especulativa indiscriminada, sem objetivo certo ou declarado. Além disso, que o intuito é buscar quaisquer provas que possam embasar uma futura acusação contra os investigados.

Fonte: Revista Oeste

Estamos com foco no fato.

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