???? Justiça Eleitoral inabilita 710 candidaturas a deputados para câmara

Dos 10,6 mil candidatos inscritos para disputar uma vaga de deputado federal, 710 foram considerados inaptos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Outros 552 seguem aguardando julgamento. Com isso, 9,3 mil candidatos estão aptos no momento, ainda que 328 deles tenham julgamento pendente ou estejam fundamentados em um recurso à Justiça Eleitoral. Na segunda-feira 12, terminou o prazo …

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Dos 10,6 mil candidatos inscritos para disputar uma vaga de deputado federal, 710 foram considerados inaptos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Outros 552 seguem aguardando julgamento. Com isso, 9,3 mil candidatos estão aptos no momento, ainda que 328 deles tenham julgamento pendente ou estejam fundamentados em um recurso à Justiça Eleitoral.

Na segunda-feira 12, terminou o prazo para julgamento de pedidos de candidatura pelos tribunais regionais eleitorais. Segundo o TSE, o candidato inapto não tem habilitação para ser votado na urna eletrônica. Caso o eleitor digite o número de um candidato inapto, o voto será nulo.

Das candidaturas a deputado consideradas inaptas, 368 foram indeferidas pela Justiça Eleitoral — ou seja, o candidato não reuniu as condições necessárias para obter o registro. Outros 333 renunciaram e três morreram.

Dos candidatos brancos, 6% foram inabilitados, enquanto 8% dos candidatos pardos tiveram suas candidaturas inabilitadas. Já os candidatos autodeclarados pretos estão na média, com 7% das candidaturas canceladas.

Dos candidatos de nível superior, 6% foram inabilitados. O índice de cancelamento aumenta para candidatos com nível médio (8%), fundamental completo (8%) ou fundamental incompleto (12%).

O Pros é o partido com o maior número de candidatos inaptos: 126, ou 25%. Outros partidos com muitas candidaturas canceladas são Agir (49 inaptas, ou 13%), PSDB (40, ou 12%) e PRTB (38, ou 11%).

Os Estados da Região Nordeste têm proporcionalmente mais candidatos inaptos. A lista é liderada por Alagoas, com 24 candidaturas inaptas (ou 13%). Em seguida, estão Amapá (12%), Ceará, Pernambuco e Goiás, todos com 11%.

Fonte: Revista Oeste

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