???? Para combater a criminalidade entre os jovens, Débora Menezes defende ampliar o número de Escolas Cívico-Militares e colégios de tempo integral

"Ampliar o número de escolas Cívico-Militares e colégios de tempo integral é a solução para combater a criminalidade" é a proposta feita pela candidata a deputada estadual Débora Menezes (PL) para combater a criminalidade. O estado do Amazonas se tornou um dos estados com maiores números de homicídios entre jovens de 19 a 25 anos. …

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“Ampliar o número de escolas Cívico-Militares e colégios de tempo integral é a solução para combater a criminalidade” é a proposta feita pela candidata a deputada estadual Débora Menezes (PL) para combater a criminalidade.

O estado do Amazonas se tornou um dos estados com maiores números de homicídios entre jovens de 19 a 25 anos. A candidata afirma que entre outras coisas esses dados são reflexos da má formação escolar da grande maioria dos amazonenses. “É preciso educar nossos jovens, a nossa juventude precisa de opção” diz Débora Menezes.

Ampliar o número de Escolas Cívico Militares e os CETIs (Centro de Educação de Tempo Integral) na capital e no interior integram o rol de propostas para a educação de Débora.

“Essa é uma bandeira muito forte que eu defendo, a educação de qualidade com colégios cívico-militares e escolas de tempo integral. Eu acredito realmente que a gente precisa ocupar o tempo do nosso jovem com esporte, educação, conhecimento e cursos profissionalizantes que podem gerar oportunidades de primeiro emprego. Isso tira eles das drogas, da criminalidade e marginalidade” declara Débora.

Um dos principais atrativos é a proposta pedagógica, que tem como objetivo entregar um ensino de qualidade, preparando o aluno para a vida em sociedade, formando cidadãos críticos que atuem com ética, cidadania e guiados por valores.

Diferente das escolas comuns, o modelo prevê que o comportamento dos alunos será avaliado e classificado em forma de nota. Os estudantes também terão o uso obrigatório de uniformes específicos com padrão militar, que serão fornecidos pelo governo de cada estado.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação, as escolas cívico-militares em relação a reprovação dos alunos é 37,4% menor, além dos alunos que estudam na idade certa, que é 50% maior. Já a avaliação do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que mede qualidade do ensino é 20% superior.

“Eu estudei em escola militar e lá aprendi a fortalecer os valores que levei de casa, além de aprender sobre hierarquia, disciplina e força. Eu desejo isso para todos os jovens, pra que eles possam ter a chance de um futuro melhor” finalizou a candidata.

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