???? Em campanha sem plano de governo. Lula diz que “não precisa fazer promessas” e só se compromete em revogar o teto de gastos

A quatro dias da votação em primeiro turno, a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não divulgou até o momento um plano detalhado com o programa de governo petista em eventual eleição ao Palácio do Planalto. Também não há previsão de que um documento seja apresentado aos eleitores antes do primeiro turno. Na …

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A quatro dias da votação em primeiro turno, a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não divulgou até o momento um plano detalhado com o programa de governo petista em eventual eleição ao Palácio do Planalto. Também não há previsão de que um documento seja apresentado aos eleitores antes do primeiro turno. Na segunda-feira, 26, Lula afirmou que “não precisa fazer promessas”.

“Não preciso ficar fazendo promessa porque eu tenho como avalista das políticas que eu vou fazer um legado de oito anos que foram de muito sucesso nesse País, para todos os segmentos da sociedade”, disse Lula ontem ao cumprir agenda em São Paulo.

Umas das poucas certezas do possível governo petista é que ele se compromete em revogar o teto de gastos e voltar a utilizar fortemente o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

O próprio assessor econômico do PTGuilherme Mello se esquiva de dar detalhes sobre o programa econômico de um eventual governo Lula. Sobre a ferramenta que substituirá o teto de gastos caso o ex-presidente seja eleito, por exemplo, Mello diz que deixar claro o que será feito significaria uma ameaça à credibilidade da campanha, dado que é preciso conhecer a formação do Congresso Nacional para dialogar com os parlamentares sobre o novo “arcabouço fiscal”.

O economista também deixa em aberto qual seria a política em relação ao BNDES, o economista afirma que ele seria usado para financiar pequenas empresas e investimentos que favoreçam a transição energética. Já sobre o sistema tributário, destacou que não haveria aumento na carga, apenas modificação de impostos e alíquotas para garantir maior progressividade, ou seja, reduzir a carga paga pelos mais pobres e aumentar a dos mais ricos supostamente.

Com informações de Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo

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