Atualmente na nossa famosa praia da ponta negra vem tendo grandes aglomerações urbanas, com a revitalização da orla o espaço vem sendo bastante movimentado e apreciado (acredite, eu fico extremamente feliz em ver passeios em família, amigos, turistas…) contudo, é nas grandes aglomerações urbanas, que o problema da poluição das águas assumem proporções catastróficas. Um …
???? Coluna 2 de João Sarmanho | Tema: Rio Negro o Rio que banha a orla da Ponta Negra

Atualmente na nossa famosa praia da ponta negra vem tendo grandes aglomerações urbanas, com a revitalização da orla o espaço vem sendo bastante movimentado e apreciado (acredite, eu fico extremamente feliz em ver passeios em família, amigos, turistas…) contudo, é nas grandes aglomerações urbanas, que o problema da poluição das águas assumem proporções catastróficas.
Um retrato real e verídico, além do que tenho presenciado é as fotos que, o Vereador Rodrigo Guedes publicou em rede social em um passeio em família. No fundo, é possível observar claramente copos plásticos, pacotes de bolachas, canudos, garrafas, tampas de garrafas e entre outros tipos de lixos domésticos em contato direto com o rio.
E a decomposição da matéria orgânica além de gerar mau cheiro típico (no qual já podemos sentir levemente na nossa orla), produz um tipo de caldo escuro e ácido denominado e conhecido como chorume, que infiltra no subsolo, contaminando o lençol freático. Eles são prejudiciais ao solo, à fauna, à flora e os animais. Acredite; um pequeno copo plástico de café afeta os animais aquáticos, cães e gatos. É de suma importância que a sociedade se concientize e contribua com meio ambiente e os animais.
E tudo isso me faz refletir no famoso ditado que a gente cresce ouvindo: só percebemos o valor da água, quando a fonte seca.
Temos exemplos assustadores do que não queremos que aconteça. Como o Rio Tietê, em São Paulo. Rio Iguaçu, no Paraná…
Qual a solução? Qual a manobra que podemos criar e ajudar na gestão ambiental?
João Sarmanho – Defensor da causa animal











