???? Maior fornecedor de cocaína do PCC é preso na Colômbia

O maior fornecedor de cocaína à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) foi preso na cidade colombiana de Medellín, no domingo 20. A informação foi confirmada pela Polícia Nacional da Colômbia. Hugo Orlando Sánchez Jiménez, conhecido como Romário, é apontado como o principal fornecedor de cocaína para o PCC. O criminoso tem 54 anos, …

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O maior fornecedor de cocaína à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) foi preso na cidade colombiana de Medellín, no domingo 20. A informação foi confirmada pela Polícia Nacional da Colômbia.

Hugo Orlando Sánchez Jiménez, conhecido como Romário, é apontado como o principal fornecedor de cocaína para o PCC. O criminoso tem 54 anos, é colombiano, natural de Ibagué, e é acusado de coordenar a produção de grandes quantidades da droga na Bolívia, no Peru e na Colômbia. Jímenez constava na lista vermelha da Interpol em mais de 190 países.

De acordo com as investigações, o traficante mandava as drogas por meio de aviões particulares e por transporte terrestre para depósitos em São Paulo, de onde seguia em contêiners, e finalmente transportada por navio para destinos na Europa e África.

As autoridades atribuem a Romário a entrega de mais de 300 quilos de droga de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, ao PCC. A facção criminosa está, aliás, ligada ao assassinato do promotor paraguaio Marcelo Pecci, ocorrido em 10 de maio de 2022, em uma praia próxima a Cartagena durante lua de mel, segundo informações da imprensa colombiana.

A relação do traficante colombiano com o PCC acontece desde 2011, depois de ser identificada quando uma operação internacional contra o tráfico de drogas prendeu 61 pessoas e apreendeu 4,2 toneladas de cocaína e 5,2 toneladas de maconha.

Informações do jornal El Tiempo, da Colômbia,afirmam que a operação, batizada de Arcadia, que capturou o notório criminoso envolveu o rastreamento e identificação de novos agentes do narcotráfico, por meio da cooperação internacional entre Colômbia e Brasil, para identificar organizações criminosas dedicadas à produção, armazenamento e exportação de grandes quantidades de cocaína.

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