????Débora convoca cristãos para pressionar Aleam e aprovar projeto que proíbe sátiras às crenças no AM

A deputada estadual Débora Menezes (PL) convocou cristãos e demais lideranças religiosas para estarem na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta quinta-feira (21), para pressionar pela aprovação do Projeto de Lei (PL) nº 83/2023, de sua autoria, que proíbe ofensas, sátiras e toda a forma de menosprezo às crenças e dogmas cristã no Amazonas. O …

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A deputada estadual Débora Menezes (PL) convocou cristãos e demais lideranças religiosas para estarem na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta quinta-feira (21), para pressionar pela aprovação do Projeto de Lei (PL) nº 83/2023, de sua autoria, que proíbe ofensas, sátiras e toda a forma de menosprezo às crenças e dogmas cristã no Amazonas.

O projeto foi aprovado pelo plenário da Casa Legislativa, porém foi vetado pelo governo do estado. Os deputados irão estabelecer nova votação para manutenção ou derrubada final do veto dado pelo Executivo estadual.

“Amanhã, quinta-feira, dia 21, estará em pauta um projeto muito importante para todos os cristãos que visa proibir a ridicularização e a satirização de dogmas e crenças as religiões cristãs. Eu conto com você para estar aqui comigo nesta luta. Você que presa pelo respeito às religiões, você pastor de pequeno grupo de igreja, eu preciso que você esteja comigo aqui para acompanhar essa votação comigo’, convocou.

Débora Menezes defendeu o respeito a todas as crenças cristãs e não cristãs e ressaltou que apesar da Constituição Federal assegurar o princípio do Estado Laico, o mesmo, também veda toda e qualquer forma de preconceito, discriminação e incitação a intolerância religiosa, como decorrente de súbitas agressões aos símbolos e crenças cristãs recentemente, que pelos dados demográficos, é ainda, a maior profissão de fé no país, e também no Estado.

De acordo com a deputada, a aprovação desse Projeto de Lei seria um importante passo para a proteção dos valores cristãos na sociedade e na preservação da paz entre as religiões no estado, acreditando que, ao evitar sátiras, gestos ofensivos, desprezo e deboche aos dogmas e crenças cristãs, a lei poderia promover o respeito mútuo e um clima de melhor pacificação social.

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