A última edição do jornal da Câmara dos Dirigentes e Lojistas (CDL) de Manaus, do mês de setembro, traz a manchete “SOS Centro Comercial de Manaus pede socorro!”, uma matéria especial sobre os problemas enfrentados pelos comerciantes daquela região da cidade, como assaltos, arrombamentos, nos estabelecimentos e moradores de rua. O Foco já publicou inúmeras …
????“O Centro de Manaus pede socorro!” destaca a manchete do jornal O Lojista

A última edição do jornal da Câmara dos Dirigentes e Lojistas (CDL) de Manaus, do mês de setembro, traz a manchete “SOS Centro Comercial de Manaus pede socorro!”, uma matéria especial sobre os problemas enfrentados pelos comerciantes daquela região da cidade, como assaltos, arrombamentos, nos estabelecimentos e moradores de rua.
O Foco já publicou inúmeras matérias mostrando a realidade, mas até o momento as autoridades locais estão de costas para esses problemas relatados neste jornal.
O Lojista faz uma volta ao passado, abordando o tempo de glória do comércio, a história e a cultura naquela região que atualmente sofre com a falta de segurança.
Nem mesmos os prédios históricos, que trazem memórias dos tempos da Belle Époque, se salvaram e, segundo o impresso, estão a mercê do tempo e da negligência, contrastando entre o “passado glorioso” e a atual realidade chocante.
O Lojista destaca ainda que esses locais estão servindo para abrigo de usuários de droga, depósitos para produtos roubados, moradias provisórias bem abaixo dos olhos das autoridades.
Prédios abandonados
De acordo com o Instituto de Planejamento Urbano (Implurb), 116 imóveis estão abandonados, dos quais 103 encontram-se naquela região da capital amazonense e apesar de muitos estarem cercados, não impedem as invasões e depredações.
O veículo faz uma grave denúncia sobre os constantes roubos durante a madrugada que apesar dos lojistas investirem na segurança, ainda assim ficam reféns dos bandidos.
O presidente da CDL Manaus, Ralph Assayg, destacou que o número de saqueamentos vêm ocorrendo semanalmente é que é preocupante, pois a população pode deixar de ir ao Centro. “Quando eles não conseguem levar os produtos, eles acabam quebrando, deixando um prejuízo enorme aos lojistas”, observou.
Os trabalhadores também temem pela segurança, tendo em vista os constantes furtos e assaltos. “Sinto-me insegura ao trabalhar às 17h, vou para a parada de ônibus com uma sensação apreensiva. A presença limitada do policiamento e as condições precárias das ruas contribuem para esse sentimento de insegurança que gostaria que melhorasse”, relatou Cláudia Silva que trabalha em uma loja de tecidos.
Representantes do comércio e instituições públicas municipais, estaduais e federal debatem ações para resgatar o Centro comercial de Manaus.











