????CPI da Comunicação já tem metade de assinaturas necessárias na Câmara Municipal de Manaus

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) tem 10 das 14 assinaturas necessárias para iniciar a investigação do uso de dinheiro público por parte da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Manaus. A expectativa é de que a comissão seja instaurada ainda esta semana. Já assinaram a CPI os vereadores Capitão Carpê (Republicanos), o autor do …

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) tem 10 das 14 assinaturas necessárias para iniciar a investigação do uso de dinheiro público por parte da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Manaus. A expectativa é de que a comissão seja instaurada ainda esta semana.

Já assinaram a CPI os vereadores Capitão Carpê (Republicanos), o autor do requerimento William Alemão (Cidadania), Rodrigo Guedes (Podemos), Thaysa Lippy (PP), Lissandro Breval (Avante), Diego Afonso (União Brasil), Everton Assis (União Brasil) , Professora Jacqueline (União Brasil), Glória Carrate (PL) e Marcelo Serafim (PSB).

Capitão Carpê (Republicanos) acredita que a CPI atinja o número necessário de assinaturas nesta semana.

“Devemos ter o número completo até sexta-feira desta semana para saber sobre o dinheiro público da Semcom. A CPI é extremamente importante porque vai ser pautada dentro da imparcialidade na Casa”.

Na avaliação dos parlamentares, a denúncia caracteriza possíveis atos de improbidade administrativa e crimes decorrentes de suposto desvio de verbas públicas, em razão de pagamento em espécie aos possíveis prestadores de serviços.

A CPI vai apurar o pagamento, em dinheiro, da Semcom ao site “O Abutre”, conforme vídeo divulgado pelo portal Metrópoles no dia 14 de março. As imagens mostram um homem, identificado posteriormente como Arthur Catão, abrindo um envelope com dinheiro em espécie em um banheiro apontado como sendo dentro da Prefeitura de Manaus, cuja sede está localizada no bairro Compensa, Zona Oeste da capital amazonense.

Após a divulgação do material, o secretário da Semcom, Israel Conte, prestou esclarecimentos na CMM sobre o vídeo gravado por Arthur Catão e afirmou que a gravação se tratava de uma farsa. Ele mostrou um laudo elaborado pela empresa Smart Perícias, que apontou indícios de manipulação das imagens.

Ainda na última semana, o advogado de Arthur Catão, Fabrício Leandro Gomes da Silva, esteve com Catão na Delegacia Especializada em Combate à Corrupção (Deccor) e afirmou que o vídeo é legítimo.

“O vídeo não é manipulado. O vídeo é legítimo. A gente só vai esclarecer nos autos. Vamos falar para a autoridade policial. Agora, vai haver a investigação para saber as circunstâncias”, declarou o advogado. O caso segue sendo investigado.

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