Após a sanção da lei que implementará as escolas cívico-militares no estado, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) precisará definir as regras dos colégios, que normalmente apresentam veto a namoros e restrições a vestuário e cortes de cabelo.Até o momento, a lei sancionada pelo governo Tarcísio se assemelha ao programa de militarização implementado no Paraná, …
???? De piercing a topete: o que é proibido nas escolas cívico militares de SP

Após a sanção da lei que implementará as escolas cívico-militares no estado, o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) precisará definir as regras dos colégios, que normalmente apresentam veto a namoros e restrições a vestuário e cortes de cabelo.
Até o momento, a lei sancionada pelo governo Tarcísio se assemelha ao programa de militarização implementado no Paraná, criado pelo atual secretário paulista da Educação, Renato Feder, quando ele foi o titular da pasta paranaense.
No Paraná, as regras proíbem manifestações de namoro não só dentro das unidades de ensino como também nas proximidades. Também é proibido fumar na escola ou nos arredores mesmo que o estudante em questão não esteja utilizando uniforme.
É obrigatório aos alunos o uso diário do uniforme, composto por calça, camisa social e boina. A camisa deve ser utilizada sempre dentro da calça, enquanto sapatos e cintos precisam ser da cor preta.
Nas escolas cívico-militares paranaenses são vedadas fotos e gravações de vídeo e áudio sem a autorização dos professores. Também é proibido o uso de piercings e alargadores de orelhas, mesmo que cobertos por esparadrapos ou curativos.
Colares, pulseiras, relógios, anéis e tornozeleiras podem ser usados desde que de forma discreta e sem que ofereçam riscos à segurança dos alunos.
As alunas devem manter os cabelos presos em coques, tranças ou rabo-de-cavalo e só podem pintá-los se mantiverem uma cor discreta, semelhante à natural. Não são permitidos adereços chamativos como “tererê”, que utilizam enfeites coloridos.
As normas descumpridas podem resultar em advertências aos estudantes.
Fonte: Metrópoles
Estamos com foco no fato.











