Com a escolha de Coronel Menezes como vice na chapa encabeçada por Roberto Cidade (União) para a disputa da Prefeitura de Manaus, o Partido Progressistas está, segundo o presidente estadual da sigla, Rodrigo de Sá, recalculando a rota, analisou o jornalista Thiago Botelho, autor da coluna Sem Mimimi desta terça-feira (6). O militar da reserva …
???? Com Coronel Menezes vice de Cidade, Progressistas está recalculando a rota

Com a escolha de Coronel Menezes como vice na chapa encabeçada por Roberto Cidade (União) para a disputa da Prefeitura de Manaus, o Partido Progressistas está, segundo o presidente estadual da sigla, Rodrigo de Sá, recalculando a rota, analisou o jornalista Thiago Botelho, autor da coluna Sem Mimimi desta terça-feira (6).
O militar da reserva do Exército, segundo a análise, era apontado como possível mais votado do pleito para vereador. Com a saída dele da chapa, a meta, que era eleger entre quatro e cinco parlamentares, ficou mais conservadora.
“O foco agora, de acordo com Sá, é eleger três vereadores e lutar para, na sobra, conquistar mais uma vaga. Isso porque a projeção é que o quociente eleitoral deste ano seja de pouco mais de 26 mil votos. Desta forma, cada partido ou federação precisará ter esse quantitativo de votos para eleger um vereador”, comentou.
Conforme a coluna, o cálculo é baseado nos votos válidos, quando se excluem os brancos e nulos. Ele lembrou, ainda, que esse número é dividido pela quantidade de vagas a serem preenchidas. No caso de Manaus, são 41.
“Portanto, para eleger três, o PP terá que ter na casa dos 78 mil votos com os seus 42 candidatos”, destacou.
Para isso, montou um time interessante. Entre os postulantes da sigla há dois vereadores de mandato: Rodrigo Guedes e Lissandro Breval, o próprio presidente Rodrigo Sá e nomes que podem surpreender, como os comunicadores Clayton Pascarelli, os repórteres Eudógio e Álvaro Campelo, e a advogada e ativista Rafaela Torres.











