Imagens de satélite da Nasa, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos, e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgadas na última segunda-feira (12), revelam uma extensa nuvem de fumaça cobrindo o Amazonas. Conforme dados da plataforma Terra Brasilis, do Inpe, a maior parte dos focos de queimadas está concentrada no …
????Satélites da Nasa e Inpe revelam extensa nuvem de fumaça cobrindo o Amazonas

Imagens de satélite da Nasa, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos, e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgadas na última segunda-feira (12), revelam uma extensa nuvem de fumaça cobrindo o Amazonas. Conforme dados da plataforma Terra Brasilis, do Inpe, a maior parte dos focos de queimadas está concentrada no sul do estado.
De acordo com a plataforma do Inpe, de janeiro até o último domingo (11), o Amazonas registrou 7.950 focos de queimadas, número que coloca o estado na terceira posição entre os estados brasileiros com altos registros de queimadas. Em primeiro lugar está o Mato Grosso (13.991) e, em segundo, o Pará (9.931). Dos mais de 7 mil focos detectados no Amazonas, 2.607 foram registrados nos municípios de Apuí e 1.369 em Lábrea em sete meses.
O Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva) da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) constatou ainda na última segunda-feira (12) que os municípios de Manicoré, Humaitá e Novo Aripuanã, ao sul do Amazonas, tinham qualidade do ar classificadas como muito ruim com, respectivamente, 156.8 de material particulado (PM 2.5), 389.5 PM 2.5, e 121.4 PM 2.5.
No último fim de semana, Manaus registrou intensa fumaça. A plataforma Selva classificou a qualidade do ar no último sábado (10) como péssima, variando ao longo dia entre 133,7 PM 2.5 e 165.4 PM 2.5. Já no domingo (11) a capital continuou com o ar considerado péssimo, com taxas entre 126.3 PM 2.5 e 113.2 PM 2.5.











