???? Desemprego fica em 6,2% em outubro, menor taxa em quase 13 anos

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,2% no trimestre finalizado em outubro, apontam dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se da menor taxa de desemprego em quase 13 anos. O que diz a Pnad Cerca de …

Compartilhar em:

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,2% no trimestre finalizado em outubro, apontam dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se da menor taxa de desemprego em quase 13 anos.

O que diz a Pnad

Cerca de 6,8 milhões buscam por uma colocação no mercado de trabalho. Houve queda de 0,6 ponto percentual na comparação com o trimestre de maio a julho de 2024, e queda de 1,4 ponto percentual na comparação com o mesmo trimestre de 2023, quando a taxa de desemprego estava em 7,6%.

É a menor taxa de desemprego da série histórica, iniciada em janeiro de 2012. O valor representa aquelas pessoas que não tinham trabalho, mas procuraram por um cargo.

Número total de trabalhadores do Brasil chega a recorde de 103,6 milhões. São 53,4 milhões de empregados no setor privado, dos quais 39 milhões com carteira assinada, e 14,4 milhões de empregados sem carteira. O número de empregados no setor público foi de 12,8 milhões. A proporção de pessoas com 14 anos ou mais trabalhando chegou ao maior percentual da série histórica: 58,7%.

Subutilização caiu

Taxa de subutilização foi a menor desde 2014. A taxa subutilização ficou em 15,4%, o que representa queda de 0,8 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior e queda de 2,1 ponto percentual na comparação anual. Foi a menor taxa para um trimestre encerrado em outubro desde 2014, quando a taxa era de 14,8%. A população subutilizada ficou em 17,8 milhões. A subutilização representa a soma da população desocupada, subocupados por insuficiência de horas e aqueles que não estão ocupados nem desocupados, apesar de possuírem potencial para integrar a força de trabalho.

A população subocupada por insuficiência de horas ficou em 5,1 milhões no trimestre. Houve queda de 5,8% na comparação anual e não houve variação significativa na comparação com o trimestre anterior imediatamente anterior. Já população fora da força de trabalho (66,1 milhões de pessoas) recuou 0,9% no trimestre e 0,8% no ano.

A população desalentada ficou em 3 milhões de pessoas, menor número desde abril de 2016. O número de desalentados recuou 5,5% na comparação com o trimestre anterior (menos 176 mil pessoas) e recuou 11,7% (menos 403 mil pessoas) na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. O percentual de desalentados ficou em 2,7%. São considerados desalentados aqueles que não procuram por emprego, mas que gostariam de trabalhar.


O que é a Pnad Contínua

Divulgado desde 2012, o estudo do IBGE abrange todo o território nacional. Em suas coletas, a pesquisa avalia indicadores relacionados à força de trabalho entre a população com 14 anos ou mais. O grupo é aquele que integra a População Economicamente Ativa do país.

Fonte: UOL

Estamos com foco no fato.

Compartilhar em: