Essa semana, muitas pessoas ficaram profundamente tocadas pela notícia da morte do Papa Francisco. Um impacto sentido no mundo inteiro. Vi pessoas de diferentes religiões – ou mesmo sem religião – parando por um momento para refletir, respeitar e lamentar a partida de alguém que, acima de tudo, simbolizava humanidade. Líderes mundiais, de todas as …
Coluna 08 de Marcos Coerais | Adeus a quem Uniu Corações e Causas


Essa semana, muitas pessoas ficaram profundamente tocadas pela notícia da morte do Papa Francisco. Um impacto sentido no mundo inteiro. Vi pessoas de diferentes religiões – ou mesmo sem religião – parando por um momento para refletir, respeitar e lamentar a partida de alguém que, acima de tudo, simbolizava humanidade.
Líderes mundiais, de todas as crenças e orientações políticas, prestaram homenagens sinceras. E não é difícil entender o porquê. Com sua simplicidade, coragem e empatia, Papa Francisco sempre se colocou ao lado dos mais vulneráveis, dos esquecidos, dos que vivem à margem.
Ele inspirou milhões – e não estou falando apenas da Igreja Católica. Estou falando de um homem que, com atitudes e palavras, uniu pessoas. Alguém que escolheu pontes no lugar de muros. Que reconheceu o Estado Palestino e permitiu que sua bandeira fosse hasteada no Vaticano. Um gesto simbólico, sim, mas repleto de significado num mundo que ainda clama por paz.

Nos últimos dias, também vi a procura pela série Conclave aumentar na Netflix. Talvez porque as pessoas estejam tentando entender o que acontece agora, ou porque sentem a necessidade de se conectar mais com a figura do Papa, com esse universo que, por muito tempo, Francisco representou com tanta dignidade.

Mas olha… a coluna dessa semana não é sobre religião. É sobre uma figura que será lembrada por todos – católicos ou não – como alguém que escolheu o caminho do bem, do diálogo, da compaixão. E isso, com toda certeza, faz a diferença.











