Segundo denúncias, a empresária teria pagado R$ 1 milhão em troca de apoio político
Pré-candidata ao governo do Amazonas, Maria do Carmo pode ficar inelegível por 8 anos

A pré-candidata ao governo do Amazonas em 2026, Maria do Carmo Seffair (PL) pode ficar inelegível por oito anos se forem confirmadas as denúncias feitas por um professor sobre compra de votos nas eleições municipais de 2024. Naquele ano, Maria do Carmo concorreu ao cargo de vice-prefeita de Manaus.
Segundo as denúncias, a empresária e professora teria repassado R$ 1 milhão ao professor em troca de apoio político, o que configuraria crime eleitoral por influenciar diretamente no resultado do pleito pela desigualdade com os concorrentes.
O caso ganhou força quando uma gravação vazou. Nela, a empresária revela que fez uma transferência de R$ 42 mil da conta pessoal para o professor, o que caracteriza crime eleitoral. Há ainda indícios de abuso de poder econômico, compra de votos e captação ilícita de sufrágio.
A denúncia está em análise, podendo passar para um Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) ou Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME). Além da possibilidade de ficar inelegível, Maria do Carmo ainda pode correr o risco de não poder concorrer em futuras candidaturas em nível municipal, estadual ou federal.
O Foco no Fato entrou em contato com a assessoria de Maria do Carmo e aguarda resposta.











