???? Com ou sem Bolsonaro, Direita no Brasil seguirá em frente, aponta pesquisa

Diante do iminente julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode levar à inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL), uma pesquisa sobre o futuro da direita no Brasil revelou que a maioria dos eleitores desse campo político está aberta a novas lideranças.O estudo, intitulado “Para onde vai a direita”, conduzido pelo Instituto Locomotiva e pelo Ideia …

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Diante do iminente julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode levar à inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL), uma pesquisa sobre o futuro da direita no Brasil revelou que a maioria dos eleitores desse campo político está aberta a novas lideranças.

O estudo, intitulado “Para onde vai a direita”, conduzido pelo Instituto Locomotiva e pelo Ideia Instituto de Pesquisa, revelou que 54% dos eleitores que se identificam com a direita estão receptivos a outras lideranças. Esses eleitores representam os 58 milhões de votos que Bolsonaro recebeu em 2022.

Da mesma forma, 28% dos eleitores afirmaram que apoiariam outros líderes de direita, desde que estivessem ao lado de Bolsonaro. Um grupo formado por 18% de eleitores não reconhece nenhum outro político capaz de liderar a direita além de Bolsonaro.

Nos bastidores, o PL já está se preparando para a possibilidade de Jair Bolsonaro ser declarado inelegível pelo TSE e planeja investir na exposição da possível perseguição que estaria sendo vítima, uma estratégia que, segundo pesquisas internas, poderia encontrar ressonância entre seus apoiadores.

Quanto a 2026, nos bastidores, Tarcísio de Freitas (Republicanos) ainda é mencionado como um forte candidato à reeleição, mas muita coisa pode mudar nos próximos três anos e meio. Michelle Bolsonaro é a aposta do PL para o cargo de senadora pelo Distrito Federal.

A pesquisa também revelou que cerca de 60% das pessoas que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apoiam a intervenção do governo na economia do país, enquanto a maioria dos eleitores de Jair Bolsonaro, aproximadamente 60% dos entrevistados de direita, não concordam com essa medida de intervenção estatal.

Da mesma forma, uma parcela maior dos eleitores de direita acredita que o governo não deveria ter permissão para interferir na redução das taxas de juros, ou seja, defendem a autonomia do Banco Central: 60% possuem essa opinião, em comparação com 54% dos eleitores de Lula são contra a autonomia do Banco Central e defendem maior intervenção estatal na redução dos juros e 34% não possuem opinião formada no assunto.

Fonte: Conexão Política

Estamos com foco no fato.

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