Neste pleito é mais comum do que se imagine o número de candidatos que estão pedido votos para majoritários de outras siglas que não fazem parte da mesma coligação Mesmo com mudanças nas regras para as eleições deste para evitar a formação de coligações meramente eleitoreiras, como ocorria até as eleições de 2018, este ano …
???? Candidatados do AM divergem de alianças e pedem votos para majoritários de outras siglas

Neste pleito é mais comum do que se imagine o número de candidatos que estão pedido votos para majoritários de outras siglas que não fazem parte da mesma coligação
Mesmo com mudanças nas regras para as eleições deste para evitar a formação de coligações meramente eleitoreiras, como ocorria até as eleições de 2018, este ano não tem sido diferente. É mais comum do que se imagina candidatos de uma determinada coligação pedir votos na cara dura ou mesmo fazer santinhos impressos e virtuais em apoio aos candidatos majoritários de outras alianças.
O caso mais emblemático aconteceu no início deste mês envolvendo a candidata a deputada estadual Mayara Dias (Avante), cuja equipe distribuiu santinhos impressos dela com apoio ao candidato ao governo do MDB, Eduardo Braga. Entretanto, a ex-miss é filiada ao Avante que faz parte do ciclo de aliança do atual governador do estado e candidato à reeleição, Wilson Lima (União Brasil).
Neste mesmo cenário, os candidatos à reeleição Joana D’arc e a deputado federal Saulo Vianna, ambos do União Brasil, não escondem a preferência pelo candidato à reeleição Omar Aziz (PSD). No entanto, candidato ao senado do União Brasil é o coronel Alfredo Menezes (PL) que é mais prejudicado. No mesmo mote, o candidato a deputado estadual Sérgio Kruke (PL) declarou apoio explícito a Maria do Carmo, suplente do candidato ao senado Arthur Carmo (PSDB).
Na internet, esses flagras são mais recorrentes de um determinado candidato pedir voto para candidato de outra coligação. Nos municípios do interior, as contradições também são inúmeros e os crimes também são mais comuns. No entanto, a fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) não consegue se fazer presente nos 62 municípios do Amazonas corrigir tais distorções.











