O político passou um cheque sem fundo de R$ 3 mil reais da empresa de hortifruti em que era o representante legal O ex-secretário de Obras e Infraestrutura e candidato a vice-prefeito pela chapa de David Almeida (Avante), Renato Júnior, já foi indiciado pela Polícia Civil pelo crime de estelionato, com base no artigo 171, …
???? Candidato a vice de David Almeida, Renato Junior já foi indiciado pela PC-AM por estelionato

O político passou um cheque sem fundo de R$ 3 mil reais da empresa de hortifruti em que era o representante legal
O ex-secretário de Obras e Infraestrutura e candidato a vice-prefeito pela chapa de David Almeida (Avante), Renato Júnior, já foi indiciado pela Polícia Civil pelo crime de estelionato, com base no artigo 171, §2º, inciso VI, do Código Penal. O inquérito ocorreu em 2012, quando o político era feirante e representante legal da empresa Megafrutas Comércio de Hortifruti Ltda.
Segundo a vítima, a empresa de acessórios para veículos AGK Comércio de Peças e Acessórios, Renato Júnior teria utilizado um cheque sem fundos no valor de R$ 3.000 (três mil reais) em 8 de abril de 2012, para quitar uma dívida da compra de um ar-condicionado para o caminhão de sua empresa de hortifruti.
Durante a investigação conduzida pelo delegado Mariolino Brito dos Santos, ficou claro que Renato Junior teria emitido o cheque sem fundos, o que levou a empresa a formalizar uma denúncia contra Renato Junior.
No inquérito, a vítima relata que ficou no prejuízo e ainda tentou por diversas vezes entrar em contato para Renato quitar a dívida, mas o ex-feirante não quis realizar o pagamento de forma voluntária, o que gerou o processo que o Radar teve acesso com exclusividade.
O crime de estelionato, também conhecido como “artigo 171” do Código Penal, ocorre quando alguém obtém vantagem ilícita, em prejuízo de outrem, mediante fraude, o que, neste caso, foi representado pela emissão de um cheque sem fundo, onde Renato Júnior em seu depoimento confirmou saber que era um cheque sem fundos, de forma que, segundo ele, em depoimento, “por motivos alheios à sua vontade não pôde honrá-lo”.
O pagamento só foi feito por Renato Júnior oito meses após o cometimento do crime, em dezembro de 2012, momento em que a vítima pediu a desistência da ação penal.
Ainda assim, o Ministério Público do Amazonas prosseguiu o processo até agosto de 2013, onde reconheceu a quitação da dívida e por isso, pediu o arquivamento do processo.
Atualmente, Renato Júnior largou a atuação em empresa de hortifruti para ser sócio administrador de empresas de construção civil, após assumir a pasta de Infraestrutura do prefeito de Manaus.
Com informações do site Radar Amazônico











