???? Caso Marielle: PF pede abertura de quatro novos inquéritos

O relatório da Polícia Federal (PF) produzido a partir da análise dos materiais apreendidos na operação que pendeu os mandantes da execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes pede a abertura de quatro inquéritos. As investigações seriam abertas com base em provas colhidas na operação, como trocas de mensagens e documentos encontrados …

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O relatório da Polícia Federal (PF) produzido a partir da análise dos materiais apreendidos na operação que pendeu os mandantes da execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes pede a abertura de quatro inquéritos.

As investigações seriam abertas com base em provas colhidas na operação, como trocas de mensagens e documentos encontrados nos aparelhos dos investidados. Em um dos pedidos, a PF solicita a autorização de abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre “apuração de indícios de crimes contra a administração pública possivelmente praticados por parlamentares federais no exercício de seus respectivos mandatos”.

Em outro, a PF pede remesssa do relatório à Procuradoria-Geral da República (PGR), ante os indícios de crimes contra a administração pública e de lavagem de capitais possivelmente praticados pelo Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro Domingos Brazão.

O relatório da Polícia Federal (PF) produzido a partir da análise dos materiais apreendidos na operação que pendeu os mandantes da execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes pede a abertura de quatro inquéritos.

As investigações seriam abertas com base em provas colhidas na operação, como trocas de mensagens e documentos encontrados nos aparelhos dos investidados. Em um dos pedidos, a PF solicita a autorização de abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre “apuração de indícios de crimes contra a administração pública possivelmente praticados por parlamentares federais no exercício de seus respectivos mandatos”.

Em outro, a PF pede remesssa do relatório à Procuradoria-Geral da República (PGR), ante os indícios de crimes contra a administração pública e de lavagem de capitais possivelmente praticados pelo Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro Domingos Brazão.

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