???? CGU abre inquérito para demitir delegados envolvidos em caso Marielle

A Corregedoria Geral Unificada (CGU) da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro abriu processo, na manhã desta segunda-feira (25/3), para demitir os delegados Rivaldo Barbosa e Giniton Lages, além do comissário Marco Antônio de Barros Pinto.Barbosa é apontado pela Polícia Federal como um dos mentores dos ass4ssinat0s da vereadora Marielle Franco (PSol) e …

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A Corregedoria Geral Unificada (CGU) da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro abriu processo, na manhã desta segunda-feira (25/3), para demitir os delegados Rivaldo Barbosa e Giniton Lages, além do comissário Marco Antônio de Barros Pinto.

Barbosa é apontado pela Polícia Federal como um dos mentores dos ass4ssinat0s da vereadora Marielle Franco (PSol) e do motorista Anderson Gomes. Já os outros dois são investigados por obstrução do caso.

A corregedoria pediu acesso integral ao inquérito da PF, que apurou as m0rtes de Marielle e Anderson. Todos já haviam sido afastados das funções públicas por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Rivaldo Barbosa tomou posse como chefe de Polícia Civil do Rio de Janeiro um dia antes da ex3cução da vereadora. A investigação aponta ainda que a m0rte de Marielle teve como mandantes os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, que também foram presos nesse domingo (23/4).

De acordo com a Polícia Federal, Rivaldo tinha uma “relação indevida” com os mandantes antes do crime e, mesmo não tendo idealizado, foi responsável por ter o controle do processo de ex3cução, com a imposição de condições e exigências. Um dia depois do crime, Barbosa afirmou que a m0rte de Marielle era um “atentado contra a democracia”.

A defesa de Rivaldo Barbosa disse que o cliente não obstruiu as investigações das m0rtes de Marielle e Anderson. “Ao contrário. Foi exatamente durante a administração dele que o Ronnie Lessa foi preso”, afirmou o advogado Alexandres Dumans ao portal G1.

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