???? Gabriel Galípolo, ex-presidente do Banco Fator, é confirmado por Haddad como secretário-executivo do Ministério da Fazenda

O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou esta terça-feira (13) o nome do economista Gabriel Galípolo como secretário-executivo do Ministério da Fazenda a partir de 2023. Galípolo é o primeiro nome da equipe da Fazenda confirmado por Haddad. Ele é um dos defensores da teoria monetária moderna em que, grosso modo, um país pode …

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O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou esta terça-feira (13) o nome do economista Gabriel Galípolo como secretário-executivo do Ministério da Fazenda a partir de 2023.

Galípolo é o primeiro nome da equipe da Fazenda confirmado por Haddad. Ele é um dos defensores da teoria monetária moderna em que, grosso modo, um país pode sempre se emitir mais moeda sem causar consequências mais graves porque tem o monopólio da emissão, desde que não tenha divida em moedas de outros países.

O futuro ‘número dois’ do Ministério disse em entrevista no início da pandemia, que não haveria inflação porque a demanda estava baixa.

Gabriel é proximo a Luiz Gonzaga Beluzzo, com quem escreveu três livros. Beluzzo é antigo parceiro do PT e também presidiu a Sociedade Esportiva Palmeiras, de onde saiu deixando dívidas de cerca de R$200 milhões. Belluzzo também defendeu fervorosamente a nova matriz econômica que, como todos nós sabemos, ajudou a afundar o Brasil na maior crise desde os anos 1930, sem Guerra e sem pandemia.

Na prática, Galípolo tem uma visão desenvolvimentista da economia, ou seja, de que o Estado é o motor e deve, por meio de aumento de gastos públicos, uso de bancos públicos e controle de preços administrados, aquecer a economia.

Em texto publicado no dia 1º de Abril desse ano (que não era pegadinha), ele escreveu um artigo em conjunto com Fernando Haddad defendendo a criação de uma moeda sul-americana que, na visão deles, impulsionaria o processo de integração regional e fortaleceria a soberania monetária dos países da América do Sul que “enfrentam limitações econômicas decorrentes da fragilidade internacional de suas moedas”. Isso vai ao encontro da teoria monetária que ele defende.

Fonte: Renata Barreto e O tempo.

Estamos com foco no fato.

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