???? Igrejas se dividem em uma ‘guerra santa’ eleitoral 

O segundo turno das eleições municipais em Manaus se tornou uma espécie de guerra santa em busca do voto dos evangélicos, que representam mais de 50% do eleitorado da capital. De um lado, pastores e igrejas que apoiam a reeleição do prefeito David Almeida (Avante) e do outro líderes que referendam a candidatura de Capitão …

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O segundo turno das eleições municipais em Manaus se tornou uma espécie de guerra santa em busca do voto dos evangélicos, que representam mais de 50% do eleitorado da capital.

De um lado, pastores e igrejas que apoiam a reeleição do prefeito David Almeida (Avante) e do outro líderes que referendam a candidatura de Capitão Alberto Neto (PL).

Nesse embate eleitoral os púlpitos e redes sociais dos pastores, bispos e apóstolos que serviam até pouco tempo tão somente para pregação do evangelho, lamentavelmente, deram lugar ao discurso político.

Pró-David

As principais igrejas que ficaram ao lado do prefeito são Assembleia de Deus (IEADAM), do pastor Jônatas Câmara; Assembleia de Deus de Madureira, do pastor Adeilson Sales; Igreja de Deus Pentecostal do Brasil (IDPB) e Quadrangular.

Pró-Alberto

Já ao lado do candidato do PL estão a Igreja Universal; Ministério Internacional da Restauração (MIR), do apóstolo Rene Terra Nova; Igreja Mundial; Sara a Nossa Terra e Renascer.

Demônio

E nesse embate cristão, pelo menos do lado de David, o amor tem ficado em segundo plano, já que, os pastores que apoiam o prefeito sempre que podem demonizam a imagem de Capitão Alberto Neto.

Discurso

Um exemplo desse discurso de ódio foi dado em um comício na semana passada, quando o deputado federal Silas Câmara (Republicanos) – que é pastor da IEADAM – disse que é preciso “segurar o Espírito Santo na cadeira de prefeito para que o demônio não entre e traga outros sete espíritos maus com ele”.

Voto de cajado

Em que pese na política reine a máxima de que todo apoio é bem-vindo, é preciso destacar que o chamado voto de cajado já não tem mais a força de outrora. Portanto, ter apoio dos líderes não é certeza de voto dos liderados.

Lado positivo

Mas como tudo na vida tem um lado positivo, essa mistura de religião com política eleitoral tem servido para escancarar os verdadeiros interesses de alguns líderes religiosos, que provaram estar muito mais preocupados com as coisas deste mundo do que com as do reino dos céus.

Com informações do Blog do Botelho

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