A mobilização "Bicicletada por Julieta", em homenagem à artista circense e cicloativista Julieta Hernández, ultrapassou 150 cidades pelo Brasil e o mundo, que realizaram atos na sexta-feira (12/01). O movimento, que reuniu grupos de ciclistas e artistas de todas as áreas, foi organizado pelos perfis "Bicicletada Julieta" e "Circo di SóLadies | Nem SóLadies". Desde …
???? MAIS DE 150 CIDADES NO BRASIL E MUNDO REALIZARAM ATO EM REPÚDIO À MºRTE DA ARTISTA

A mobilização “Bicicletada por Julieta”, em homenagem à artista circense e cicloativista Julieta Hernández, ultrapassou 150 cidades pelo Brasil e o mundo, que realizaram atos na sexta-feira (12/01). O movimento, que reuniu grupos de ciclistas e artistas de todas as áreas, foi organizado pelos perfis “Bicicletada Julieta” e “Circo di SóLadies | Nem SóLadies”.
Desde o início da semana, as páginas contabilizaram outras dezenas de atos. Todos com o grito por “Julieta Presente” e em repúdio à violência contra a mulher, que vitimou a artista.
“Migrante nômade, bonequeira, palhaça e viajante de bicicleta”, como ela mesma se definia, Julieta viajava de bicicleta pelo Brasil desde 2016. E era também conhecida como “Miss Juiuba” sua personagem circense que levava alegria para crianças nos rincões do país.
A trajetória da artista, no entanto, foi brutalmente interrompida no final de dezembro, quando ela foi estuprada e assassinada, em Presidente Figueiredo (AM), enquanto viajava de volta à Venezuela para passar as festas com a família.
Desaparecida desde 23 de dezembro, o corpo de Julieta só foi encontrado na última sexta (05/01) em uma zona de mata do município.
O casal, Thiago Agles da Silva e Deliomara dos Anjos Santos, foi preso suspeito de cometer o crime. Segundo a polícia, os dois entraram em contradição sobre o que teria acontecido, mas confessaram o assassinato ainda no dia 5. As investigações iniciais identificaram que Julieta foi vítima de roubo, agressões e abuso sexual por parte do homem, antes de ser assassinada. E há a suspeita de que ela tenha sido enterrada viva, depois de ter o corpo queimado pela mulher.
Imagem de alegria
No Brasil desde 2015, a artista integrava o grupo de cicloviajantes
“Pé Vermei”, e viajava do Rio de Janeiro até a Venezuela, seu país











