???? ‘Não’ ao plebiscito impulsiona Bolsa de Valores do Chile

A derrota do plano de Gabriel Boric elevou a confiança dos investidores no país A derrota eleitoral maciça do plebiscito chileno aumentou a confiança dos investidores no país. O principal indicador do mercado de ações do Chile registrou forte alta na segunda-feira 5. A demanda popular pelo atual modelo econômico, baseado em uma economia de livre mercado, …

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A derrota do plano de Gabriel Boric elevou a confiança dos investidores no país

A derrota eleitoral maciça do plebiscito chileno aumentou a confiança dos investidores no país. O principal indicador do mercado de ações do Chile registrou forte alta na segunda-feira 5.

A demanda popular pelo atual modelo econômico, baseado em uma economia de livre mercado, teve um impacto profundo no apetite dos investidores e nos mercados financeiros.

A Bolsa de Santiago, do Chile, registrou forte alta de 6,7% ontem, fenômeno explicado pela euforia dos investidores locais e estrangeiros pelos ativos chilenos.

As empresas de serviço público de ferrovias, distribuição de água, fundos de pensão, companhias aéreas e setor bancário se destacaram na valorização do mercado de ações.

O banco de investimentos JP Morgan anunciou que o apoio popular à rejeição reduz a incerteza sobre os rumos da economia e funciona como âncora nas expectativas positivas de longo prazo.

No domingo 4, quase 65% dos eleitores disseram não à Carta Magna, que recebeu o apoio de apenas 30% das pessoas. O projeto promovido pelo presidente de esquerda buscava a expropriação do sistema de previdência privada em nível constitucional.

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