Entretanto, vereador de Manaus Capitão Carpê (Republicanos) já tinha denunciado a invasão em julho de 2022 A área atingida pelo deslizamento de terra que vitimou oito pessoas após o forte temporal registrado no último domingo (12), na zona leste de Manaus, era desconhecida pela prefeitura, segundo informou o titular da Secretaria Municipal de Segurança Pública …
???? Prefeitura ‘desconhecia’ área atingida por deslizamento de terra, diz Defesa Civil

Entretanto, vereador de Manaus Capitão Carpê (Republicanos) já tinha denunciado a invasão em julho de 2022
A área atingida pelo deslizamento de terra que vitimou oito pessoas após o forte temporal registrado no último domingo (12), na zona leste de Manaus, era desconhecida pela prefeitura, segundo informou o titular da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Civil, Sérgio Fontes, em entrevista a uma rádio local, nesta segunda-feira (13).
Apesar das declarações, a invasão já tinha recebido parlamentares como o vereador Capitão Carpê (Republicanos), que foi ao local em junho de 2022 e denunciou as condições precárias vividas por 70 famílias que residiam naquele espaço.
De acordo com o secretário, a chuva atípica era esperada para o domingo, quando houve registro de 110 ocorrências, algumas de maior gravidade, mas ambas com danos materiais à população. Entretanto, somente ao final do dia, a Defesa Civil foi notificada da tragédia ocorrida na rua Pingo D’água, com oito vítimas.
A área do deslizamento de terra era habitada por venezuelanos, segundo a pasta, e foi considerada perigosa pelo secretário Sérgio Fontes. “É só encosta que tem ali. Ontem [segunda], fizemos as buscas sob a orientação do Corpo de Bombeiros, onde foram encontrados três sobreviventes, mas infelizmente nos deparamos com quatro crianças falecidas e quatro adultos falecidos, um total de oito corpos”, lamentou.
As declarações de fontes corroboram as denúncias do vídeo recentemente publicado pelo vereador Capitão Carpê, que visitou a área em 2022 e fez um apelo aos órgãos do governo para que realizassem alguma ação social naquela área da cidade, que já apresentava falta de infraestrutura. Oito meses depois, houve o registro da tragédia.
De acordo com informações da própria Defesa Civil, há pelo menos mil áreas de risco mapeadas na capital, das quais 62 são de maior gravidade. Por conta da tragédia, o prefeito de Manaus, David Almeida, reativou o Comitê de Gestão de Crise e decretou estado de calamidade pública.











