Os sete deputados federais Adail Filho (Republicanos), Átila Lins (PSD) Capitão Alberto Neto (PL), Fausto Santos Junior (União), Saullo Vianna (União), Silas Câmara (Republicanos) e Sidney Leite (PSD) votaram a favor do texto-base da minirreforma eleitoral, PL 4438/23, aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (13). O único parlamentar se posicionou contra foi Amom …
???? Sete deputados do Amazonas aprovam redução de candidaturas femininas

Os sete deputados federais Adail Filho (Republicanos), Átila Lins (PSD) Capitão Alberto Neto (PL), Fausto Santos Junior (União), Saullo Vianna (União), Silas Câmara (Republicanos) e Sidney Leite (PSD) votaram a favor do texto-base da minirreforma eleitoral, PL 4438/23, aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (13). O único parlamentar se posicionou contra foi Amom Mandel (Cidadania).
O projeto altera regras de prestação de contas, candidaturas femininas, federações partidárias e propaganda eleitoral, entre outros pontos. Foram 367 votos favoráveis e 86 contrários. As novas regras precisam virar lei até o dia 6 de outubro para valer nas eleições municipais do ano que vem.
Amom Mandel, único que votou contra o texto, afirma que a proposta facilita a compra de votos e o caixa dois nas campanhas, e prejudica mulheres e negros nas eleições.
“Com a minirreforma eleitoral, a Câmara tenta, mais uma vez, driblar a democracia brasileira. Tratorar essa votação é a forma mais rápida de acabar com um dos princípios básicos no Brasil: a diversidade de vozes dentro do Parlamento”, defende.
“Não dá para entender qual é a dificuldade dos partidos em cumprir a lei que seus próprios deputados votaram recentemente e por que as normas valem para uns, mas não para outros”, completa.
Para o parlamentar, a legislação atual possibilitou aumento do número de mulheres eleitas vereadoras entre 2016 e 2020.
“Quando fui eleito vereador, tivemos um salto de 95 para 129 vereadoras eleitas no Amazonas. Há uma evolução na conquista de espaços na política amazonense para as mulheres. Será que o problema está realmente em cumprir as regras ou é uma questão de abrir mão da supremacia histórica sem maiores incômodos?”, questiona o deputado.











