????Com oposição sem liderança, David Reis deve ser eleito presidente da CMM com folgas

A análise é do jornalista Thiago Botelho, na coluna Sem Mimimi desta segunda-feira (9) David Reis (Avante), ex-presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM) no biênio 2021-2022, cuja gestão é considerada uma das mais polêmicas e desastrosas da história, deverá ser eleito com folga no biênio 2025-2026, observa o jornalista Thiago Botelho em sua coluna …

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A análise é do jornalista Thiago Botelho, na coluna Sem Mimimi desta segunda-feira (9)

David Reis (Avante), ex-presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM) no biênio 2021-2022, cuja gestão é considerada uma das mais polêmicas e desastrosas da história, deverá ser eleito com folga no biênio 2025-2026, observa o jornalista Thiago Botelho em sua coluna Sem Mimimi desta segunda-feira (9).

Para Botelho, a falta de liderança na oposição tem sido um fator crucial, já que não há nenhum nome forte capaz de angariar apoio suficiente para disputar a presidência com Reis. Isso pode resultar na aclamação do candidato do prefeito David Almeida (Avante), ou seja, ele pode ser eleito sem concorrência.

“A escolha para a presidência da Casa Legislativa em 2025-2026 será definida no dia 1º de janeiro, logo após os parlamentares tomarem posse em cerimônia no Teatro Amazonas. Inicialmente, quatro nomes despontavam como possíveis oponentes de Reis: Diego Afonso (União Brasil), Yomara Lins (Podemos), Thaysa Lippy (PRD) e Capitão Carpê (PL). No entanto, nenhum deles conseguiu convencer os demais colegas”, analisa Botelho.

Um ponto importante para a configuração desse cenário, segundo o jornalista, é a postura do governador Wilson Lima (União Brasil), que ainda não demonstrou interesse em se envolver na disputa. Caso se engajasse, poderia facilmente reunir ao menos 20 vereadores em torno de um nome, mas essa movimentação não ocorreu.

Maioria

Nos bastidores, a informação que circula com força é de que David Reis já conseguiu apoio da maioria e terá, pelo menos, 30 dos 41 votos dos vereadores.

“Se isso se confirmar, lamentavelmente o que se estabelecerá é um Parlamento subserviente à prefeitura, descumprindo seu papel de fiscalizar os atos do Poder Executivo”, comenta Botelho.

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