Servidores da Semed manifestaram contra o prefeito David Almeida na Câmara Municipal de Manaus Servidores da Secretaria Municipal de Educação (Semed) realizaram na manhã desta segunda-feira (1°) uma manifestação em frente à Câmara Municipal de Manaus (CMM), contra o aumento salarial de 1,25% que deve ser apresentado pelo prefeito David Almeida (Avante) aos profissionais do …
????‘É uma afronta à nossa categoria’, diz professora sobre aumento de 1,25% nos salários dos servidores da Semed

Servidores da Semed manifestaram contra o prefeito David Almeida na Câmara Municipal de Manaus
Servidores da Secretaria Municipal de Educação (Semed) realizaram na manhã desta segunda-feira (1°) uma manifestação em frente à Câmara Municipal de Manaus (CMM), contra o aumento salarial de 1,25% que deve ser apresentado pelo prefeito David Almeida (Avante) aos profissionais do magistério. O reajuste representa um acréscimo de apenas R$ 30,61 no vencimento da categoria.
A mobilização, organizada pelo Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical), buscou sensibilizar os vereadores contra a aprovação do Projeto de Lei (PL) que ainda será enviado à CMM.
“É uma afronta à nossa categoria, uma falta de respeito tremenda, vemos outdoors espalhados na cidade com slogans dizendo que o prefeito respeita os professores, o que é uma mentira”, disse a coordenadora da Asprom Sindical, Helma Sampaio.
Os manifestantes também pedem o apoio dos vereadores pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a utilização dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). No final do ano passado, o prefeito David Almeida anunciou que o benefício não seria pago por conta da falta de repasse de verbas do governo federal.
“O Fundeb é voltado à valorização do magistério: pagamentos de salários justos e promoções, aumento do auxílio alimentação, por exemplo. Queremos saber o que a Semed e a prefeitura estão fazendo com o dinheiro. Suspeitamos de malversação de recursos”, argumentou Sampaio.
Os profissionais da educação também exigem melhorias no Serviço de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos de Manaus (Manausmed); na infraestrutura das escolas, já que os espaços alugados, segundo a representante sindical, não têm condições de oferecer uma boa qualidade de ensino; e a realização de concurso público.
“Ano passado, tivemos reajuste de 1,5% no valor do plano de saúde, e vemos o atendimento sucateado quando precisamos de serviços hospitalares e laboratoriais”, explica Helma.
Ela criticou a postura da secretária municipal de educação, Dulce Almeida, que afirmou em uma transmissão na internet que o próximo concurso do órgão só seria realizado se o prefeito David Almeida fosse reeleito. “Como ele pretende fazer isso, tratando os professores com tanta falta de respeito?”, declarou.











