Um “equívoco de comunicação” foi a expressão utilizada pelo prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), para descrever uma situação que causou a saída às pressas de moradores de dois dos principais bairros da capital do Rio Grande do Sul na segunda-feira, 6. A demora na emissão de alertas e avisos de evacuação, a abertura …
????Gestão da crise no RS teve abrigos em áreas alagáveis, evacuação tardia e dados errados

Um “equívoco de comunicação” foi a expressão utilizada pelo prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), para descrever uma situação que causou a saída às pressas de moradores de dois dos principais bairros da capital do Rio Grande do Sul na segunda-feira, 6.
A demora na emissão de alertas e avisos de evacuação, a abertura de abrigos em áreas alagáveis, a veiculação de informações imprecisas (e até erradas) e outras falhas na gestão de crise se repetiram entre autoridades públicas com a calamidade causada pelas enchentes e chuva extrema no Estado.
Em nota, o governo estadual afirmou que busca evitar a disseminação do pânico e a ocorrência de situações caóticas.
Especialistas têm alertado a importância de criar, rever e aplicar planos e protocolos de comunicação e ação neste tipo de situação. A atuação das autoridades locais é vista como essencial para prevenir e mitigar os danos de eventos extremos, que serão cada vez mais frequentes e intensos diante das mudanças climáticas.
Nessas situações, a antecipação pode salvar vidas e otimizar a resposta à catástrofe, enquanto erros somam mais problemas em uma situação de extrema urgência e sobrecarga.
Com informações do Estadão











