A Câmara dos Deputados aprovou na última quinta-feira (12) o projeto que prevê a castração química de pessoas condenadas por crimes relacionados a abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. A medida foi incluída no PL 3.976/2020, que cria um Cadastro Nacional de Pedófilos. Com 267 votos favoráveis e 85 contrários, o texto segue …
????Mario Frias chama de ‘demônios’ aliados de Lula que estão contra castração química a pedófilos

A Câmara dos Deputados aprovou na última quinta-feira (12) o projeto que prevê a castração química de pessoas condenadas por crimes relacionados a abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. A medida foi incluída no PL 3.976/2020, que cria um Cadastro Nacional de Pedófilos. Com 267 votos favoráveis e 85 contrários, o texto segue agora para análise do Senado.
A castração química foi incorporada ao projeto por uma emenda do deputado Ricardo Salles (Novo-SP), que defende o uso de medicamentos inibidores de libido, a serem regulamentados pelo Ministério da Saúde. Salles afirmou que o objetivo é “adotar medidas firmes e eficazes para prevenir a reincidência desses crimes”.
A medida abriu intensos debates no plenário. Parlamentares da direita sustentaram o caráter preventivo da proposta, enquanto congressistas de esquerda, que liberaram suas bancadas para votar, majoritariamente se posicionaram contra.
O deputado federal Mario Frias (PL-SP), um dos principais articuladores da proposta, não poupou críticas aos opositores. Em nota, chamou os governistas contrários ao projeto de “demônios” e afirmou que eles não têm preocupação em combater o abuso sexual ou defender mulheres. “São demônios que almejam o sacrifício humano nos açougues abortistas”, escreveu Frias.
O PL 3.976/2020, originalmente concebido para criar o Cadastro Nacional de Pedófilos sob responsabilidade do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), teve o trecho sobre castração química incluído posteriormente. A proposta modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente e amplia as penas previstas para crimes sexuais contra menores.
Fonte: Conexão Política











