O Ministério Público Eleitoral do Amazonas (MPE) pediu a condenação do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), e do secretário municipal de Limpeza Pública (Semulsp), Sabá Reis, por abuso de poder econômico pela participação em um showmício realizado dias antes das eleições de 2022, onde participaram funcionários da empresa Murb e foram sorteados prêmios, destacou …
????Ministério Público pede condenação de David Almeida por abuso de poder econômico

O Ministério Público Eleitoral do Amazonas (MPE) pediu a condenação do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), e do secretário municipal de Limpeza Pública (Semulsp), Sabá Reis, por abuso de poder econômico pela participação em um showmício realizado dias antes das eleições de 2022, onde participaram funcionários da empresa Murb e foram sorteados prêmios, destacou o Blog do Botelho.
Segundo informações de bastidores, o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) deve pautar o julgamento ainda neste ano.
Nos autos, a procuradora eleitoral Catarina Sales de Carvalho destaca que o aluguel do espaço e pagamento dos artistas que se apresentaram no evento foram pagos pela Murb, empresa que recentemente havia assumido o contrato de prestação de serviço com a Semulsp em substituição à empresa Mamute.
“O evento promovido pela Murb envolveu a distribuição de enorme quantidade de brindes de alto valor, tais como televisão de 50 polegadas, batedeira, forno micro-ondas e fogão, além de apresentação de atrações artísticas, comida e bebida à vontade”, diz trecho do documento.
A procuradora afirmou, ainda, que a festa não tinha razão de acontecer, já que “NÃO SE TRATAVA DE NENHUMA DATA COMEMORATIVA MUNICIPAL, ESTADUAL ou NACIONAL. RESSALTE-SE, AINDA, QUE O DIA DO GARI, em que tradicionalmente, segundo informado, é oferecido um evento comemorativo aos garis, (que jamais chegou a se aproximar da magnitude do evento em discussão) é O DIA 16 DE MAIO”.
Denúncia
O Comitê do Amazonas de Combate à Corrupção encaminhou, no dia 26 de setembro, a denuncia à Procuradoria Regional Eleitoral do Amazonas. O caso foi amplamente divulgado à época.











