????Moro cita Lula, PL e PCC para justificar sigilo do voto em Dino

O senador Sergio #Moro (União-PR) se pronunciou na tarde desta quinta-feira (14/12) depois de ser alvo de ataques por não divulgar seu voto na sabatina de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal (#STF). Ele reiterou ser oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “O intenso ataque que tenho sofrido do atual …

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O senador Sergio #Moro (União-PR) se pronunciou na tarde desta quinta-feira (14/12) depois de ser alvo de ataques por não divulgar seu voto na sabatina de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal (#STF). Ele reiterou ser oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“O intenso ataque que tenho sofrido do atual governo #Lula, de parte do próprio PL paranaense, além das am3aças do PCC, fazem-me agir, nesse momento, com cautela e no exercício efetivo de uma prerrogativa que tenho, tudo de forma a preservar minha independência”, argumentou Moro.

“Nada disso, porém, contradiz a minha lisura e as bandeiras que sempre defendi e continuarei defendendo no #Senado. Nessa linha, hoje, com meu voto, derrotamos o Governo e restabelecemos a desoneração da folha de salários e o Marco Temporal, além de termos conseguido derrubar outros vetos de Lula”, finalizou o senador.

Moro foi criticado por aparecer em fotos conversando com #Dino durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O atual ministro da Justiça e Segurança Pública foi aprovado com 17 votos favoráveis e 10 contrários.

O ex-juiz teve mensagens divulgadas durante a sabatina, trocadas com alguém de codinome “Mestrão”, em que era alertado sobre a pressão nas redes sociais e aconselhado a não postar vídeo declarando voto a favor de Flávio Dino. A mensagem dizia que “o coro está comendo nas redes” e orientava Moro a “ficar frio”.

O Mestrão é Rafael Travassos Magalhães, assessor parlamentar de Sergio Moro e citado em inquérito que apura a prática de rachadinha relacionada ao deputado estadual Ricardo Arruda, do PL paranaense, de quem Moro contratou alguns funcionários.

Fonte: Metrópoles

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