A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados e Contratados do Estado (Arsepam) informou nesta sexta (11) que está monitorando as condições de navegabilidade e os preços praticados pelas 158 embarcações que operam no transporte hidroviário intermunicipal de passageiros e cargas no Amazonas. As informações coletadas pela autarquia estadual são repassadas diariamente ao Comitê Técnico-Científico e …
????Navegabilidade e preços de transporte hidroviário são monitorados

A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados e Contratados do Estado (Arsepam) informou nesta sexta (11) que está monitorando as condições de navegabilidade e os preços praticados pelas 158 embarcações que operam no transporte hidroviário intermunicipal de passageiros e cargas no Amazonas.
As informações coletadas pela autarquia estadual são repassadas diariamente ao Comitê Técnico-Científico e ao Comitê de Enfrentamento à Estiagem, com o objetivo de coordenar ações conjuntas com os demais órgãos envolvidos.
O Departamento de Transporte Hidroviário (DETH) da Arsepam informa que, até o momento, não foi identificado nenhum valor abusivo nas 116 linhas/destinos monitorados.
O diretor-presidente da Agência Reguladora, Ricardo Lasmar, destaca que, das nove calhas do estado, seis apresentam dificuldades extremas de logística, sendo as mais afetadas neste período: Rio Madeira, Rio Purus, Alto Solimões, Médio Solimões, Baixo Solimões e Juruá. Ele comentou:
A equipe técnica da autarquia estadual também destaca que do total de 158 embarcações, 80 estão operando com restrições devido ao calado (parte submersa do casco), o que pode reduzir a capacidade total em até 70%, dependendo do destino final e do tipo de embarcação. Os proprietários das embarcações estão priorizando o transporte de alimentos e medicamentos.
E o DETH comunica que a linha do município de Benjamin Constant, na calha do Alto Solimões, foi paralisada. Os passageiros estão sendo transportados até a cidade por lanchas (pequenas embarcações com baixo calado), enquanto as cargas estão sendo transportadas por rabetões.
Outro município que interrompeu o acesso fluvial é Iranduba, na calha do Baixo Solimões. Entre os municípios que modificaram suas rotas estão também Manicoré, Canutama e Lábrea, nas calhas do Rio Madeira e Rio Purus.











