????Operação identifica funcionários do Aeroporto de Manaus que facilitavam tráfico de drogas

A Operação Espelhum deflagrada pela Polícia Federal (PF) identificou na manhã desta quarta-feira (16) que um grupo de funcionários do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, facilitava o transporte de drogas em voos que saíam do Amazonas para outros estados. A informação é do g1 Amazonas. A investigação tem como objetivo a desarticulação e descapitalização …

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A Operação Espelhum deflagrada pela Polícia Federal (PF) identificou na manhã desta quarta-feira (16) que um grupo de funcionários do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, facilitava o transporte de drogas em voos que saíam do Amazonas para outros estados. A informação é do g1 Amazonas.

A investigação tem como objetivo a desarticulação e descapitalização de uma associação criminosa especializada no tráfico de drogas. Policiais cumprem 13 ordens judiciais expedidas pela Justiça Federal do Distrito Federal, mas a PF não informou em quais estados a ação é realizada.

As investigações indicam que funcionários do aeroporto facilitavam o ingresso das drogas dentro de bagagens em áreas restritas sem qualquer tipo de fiscalização. Apenas para as condutas investigadas, as penas, se somadas, podem chegar a 35 anos de prisão, segundo a PF.

A Polícia Federal foi questionada sobre quantos funcionários foram presos por integrar o esquema criminoso, por quais crimes eles devem responder e quantos mandados são cumpridos no Amazonas, mas até o momento não houve resposta.

Estão sendo executados oito mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão, além de medidas de constrição patrimonial em desfavor de 10 pessoas físicas e jurídicas, que incluem o bloqueio de mais de R$ 762 mil obtidos a partir dos ilícitos investigados.

As investigações são um desdobramento da Operação Rei do Skunk, deflagrada em dezembro de 2023, que resultou na denúncia de diversos investigados, acusados de enviar grandes quantidades de drogas para o Distrito Federal e entorno.

Nesta fase, busca-se desestruturar o núcleo ligado a um dos denunciados, que atuava no envio de entorpecentes por meio do modal aéreo, com destaque para remessas realizadas para os Aeroportos Internacionais de Brasília (DF) e Florianópolis (SC).

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