Manaus ocupa a terceira pior posição no ranking de saneamento entre as capitais brasileiras, aponta pesquisa do Instituto Trata Brasil, divulgada nesta sexta-feira (22). O estudo mostra que na gestão David Almeida, a capital amazonense está atrás apenas de Recife (PE) e Maceió (AL). No Brasil, dos 77 milhões de domicílios no Brasil em 2024, …
Manaus ocupa a terceira pior posição no ranking de saneamento básico

Manaus ocupa a terceira pior posição no ranking de saneamento entre as capitais brasileiras, aponta pesquisa do Instituto Trata Brasil, divulgada nesta sexta-feira (22). O estudo mostra que na gestão David Almeida, a capital amazonense está atrás apenas de Recife (PE) e Maceió (AL). No Brasil, dos 77 milhões de domicílios no Brasil em 2024, 29,5% não tinham ligação com a rede geral de esgoto. O levantamento aponta um cenário preocupante em diversas cidades, com Manaus entre os municípios com os piores índices entre as sedes estaduais.
O estudo busca avaliar o estágio de implementação da Lei nº 14.026, que implantou o Marco Legal do Saneamento Básico e os ganhos socioecoômicos e os investimentos no setor. A lei estabeleceu que todas as localidades brasileiras devem atender a 99% da população com abastecimento de água e 90% com esgotamento sanitário até 2033. De acordo com o Trata Brasil, o cenário no País ainda é precário: 16,9% da população brasileira vive sem acesso à água potável e 44,8% não possuem coleta de esgoto.
A pesquisa analisou diversas cidades e elaborou um ranking de saneamento, onde o acesso a serviços de esgoto é o principal indicador. Dos 20 piores municípios do Ranking de 2025, quatro são do Rio de Janeiro, quatro de Pernambuco e três são do Pará. Do restante, quatro pertencem à macrorregião Norte, três situam-se na macrorregião Nordeste, um, no Centro-Oeste, e ainda outro, na região Sudeste. Além disso, dos 20 piores municípios ranqueados em 2025, 8 são capitais de seus estados:
Recife (PE)
Maceió (AL)
Manaus (AM)
Belém (PA)
Rio de Janeiro (RJ)
Salvador (BA)
São Luís (MA)
Porto Velho (RO)
O estudo aponta para a necessidade de investimentos urgentes em infraestrutura para que as cidades brasileiras possam oferecer serviços básicos de qualidade para a população.
(Foto: Divulgação)
Em relação ao Indicador de Atendimento Total de Água (ITA), nenhum município possui mais do que 99% de atendimento. Quanto ao Indicador de Atendimento Total de Esgoto (ITE), nenhum município coleta esgoto de ao menos 90% da população, meta prevista no Novo Marco Legal do Saneamento Básico. No que concerne o Indicador de Tratamento Total de Esgoto (ITR), nenhum município trata ao menos 80% do esgoto gerado (referido à água consumida).
Fonte: D24am.
Estamos com foco no fato.











